https://periodicos.upe.br/index.php/oxe/issue/feedOxe! Revista de Educação Física2026-09-08T15:18:25+00:00Equipe Editorial Revista Oxe!oxe@upe.brOpen Journal Systems<p>A <strong>Oxe! Revista de Educação Física</strong> (ISSN: 3086-271X) vinculada à Escola Superior de Educação Física da Universidade de Pernambuco (ESEF-UPE) é um periódico científico sobre Educação Física em suas diferentes subáreas acadêmicas e campos de intervenção (prática pedagógica, formação de professores, desempenho humano, saúde, esporte, lazer, e seus aspectos biodinâmicos, históricos, políticos e socioculturais). A revista tem<strong> acesso aberto e livre,</strong> <strong>sem qualquer tipo de cobrança</strong> para submissão, leitura e download dos artigos.</p>https://periodicos.upe.br/index.php/oxe/article/view/1441Ensino das lutas brasileiras na Educação Física escolar 2025-11-11T23:09:11+00:00José Rafael Silva de Almeidarafael.silvaa@upe.brAnnelise Lins Menêsesannelise.lins@upe.brKadja Michele Ramos Tenóriokadja.tenorio@upe.br<p>A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) propõe a inclusão de todas as práticas corporais no currículo da Educação Física escolar. No entanto, o ensino das lutas enfrenta desafios, como a falta de vivência dos professores, a associação equivocada dessas práticas à violência e a escassez de produção bibliográfica que oriente os docentes. Essa lacuna, somada às dificuldades de formação e ao distanciamento entre produção acadêmica e prática escolar, contribui para a marginalização do tema. Esta pesquisa analisou teses e dissertações da área 21 da CAPES, disponíveis na plataforma eduCAPES, publicadas entre 2000 e 2024, que mencionaram palavras-chave relacionadas ao ensino das lutas brasileiras na Educação Física escolar. Foram encontrados dez trabalhos: nove dissertações e uma tese, com concentração no Programa de Pós-Graduação em Educação Física (PPGEF). Apenas uma dissertação abordou diretamente a temática investigada, propondo o ensino do jiu-jitsu brasileiro com base em uma pedagogia crítico-superadora, envolvendo três momentos: apropriação dos conhecimentos históricos e culturais, vivência prática com foco na ludicidade e cooperação, e reflexão crítica. O presente estudo evidencia a escassez de pesquisas sobre o ensino das lutas brasileiras nas produções de Educação Física escolar, na base analisada. Assim, investir na formação docente, ampliar a produção científica e divulgar os resultados dessas investigações são passos fundamentais para fortalecer a presença das lutas brasileiras no currículo escolar.</p>2026-05-22T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 José Rafael Silva de Almeida, Annelise Lins, Kadja Michele Ramos Tenóriohttps://periodicos.upe.br/index.php/oxe/article/view/1647Educação Física e a Pedagogia Waldorf2026-03-02T21:27:13+00:00Raí Pereira do Espírito Santorpnog26@gmail.comFelipe Barbosabarbosafelipedance@gmail.comAnderson Pereira Evangelistaandersonevangelistaczs@gmail.comAdriane Corrêa da Silvaadriane.acs@gmail.com<p>A Pedagogia Waldorf é concebida como meio de transformar a sociedade fundamentando-se nos princípios de fraternidade, igualdade e liberdade, especialmente na esfera da liberdade. No contexto da Educação Física na Universidade Federal do Acre (UFAC), buscou-se identificar, no curso de Licenciatura em Educação Física, a materialização da pedagogia Waldorf na formação de professores e professoras, a partir do estado do conhecimento e de análise documental, por meio do Projeto Político do Curso (PPC) e dos respectivos Planos de Curso. Apesar da ausência explícita da Pedagogia Waldorf nos documentos analisados, é possível que existam manifestações relacionadas a essa abordagem no movimento curricular do curso, como sugere a própria realização desta pesquisa. O estudo indicou a necessidade de ampliar a perspectiva da formação de professores/as de Educação Física da UFAC, incorporando outras abordagens político-pedagógicas, como a Waldorf, e integrando práticas inter, multi e transdisciplinares no ensino, pesquisa e extensão.</p>2026-07-23T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Raí Pereira do Espírito Santo, Felipe Barbosa, Anderson Pereira Evangelista, Adriane Corrêa da Silvahttps://periodicos.upe.br/index.php/oxe/article/view/2089Ansiedade competitiva em atletas universitários de futsal2026-08-04T19:00:08+00:00Eduarda Bezerra da Silvaeduarda.bezerra@upe.brWlaldemir Roberto dos Santoswlaldemir.santos@upe.brTainá Maria de Souza Vidaltaina.vidal@upe.brMarlene Salvina Fernandes da Costamarlene.costa@gmail.com<p>A prática esportiva em contexto competitivo impõe demandas emocionais significativas aos atletas, sendo a ansiedade competitiva um fator determinante para o desempenho, especialmente em modalidades coletivas como o futsal. O objetivo deste estudo foi analisar o comportamento das dimensões da ansiedade competitiva (ansiedade cognitiva, somática e autoconfiança) ao longo de quatro jogos de uma competição universitária de futsal, comparando os momentos pré e pós-jogo, em atletas com diferentes tempos de prática esportiva. A amostra foi composta por 11 atletas do sexo masculino (mediana de idade = 23 anos; 19–33), participantes do campeonato estadual universitário. Foram aplicados questionário sociodemográfico, o Inventário de Ansiedade Competitiva (CSAI-2R) e a Escala de Humor de Brums, em quatro jogos, nos momentos pré e pós-competição. Evidencias mostraram que a ansiedade somática permaneceu estável ao longo dos jogos, enquanto a ansiedade cognitiva apresentou tendência de aumento nos momentos decisivos. Em contrapartida, a autoconfiança manteve-se elevada e consistente, sugerindo papel protetor para o desempenho esportivo. Os atletas universitários de futsal conseguem manter estabilidade somática e altos níveis de autoconfiança durante a competição, mas apresentam maior vulnerabilidade cognitiva em jogos decisivos. Esses achados reforçam a importância de estratégias psicológicas específicas, voltadas ao manejo da ansiedade e à regulação da pressão competitiva, de modo a potencializar o rendimento esportivo e reduzir riscos de queda de desempenho em momentos críticos.</p>2026-09-09T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Eduarda Bezerra da Silva, Wlaldemir Roberto dos Santos, Tainá Maria de Souza Vidal, Marlene Salvina Fernandes da Costahttps://periodicos.upe.br/index.php/oxe/article/view/2129Resenha do livro "O Urubu que logo somos2026-06-29T19:49:58+00:00Ingridy Mickaelly Lima dos Santosingridymickaelly@gmail.comLucas Murillo Gonzaga Silvalucasmurill1211@gmail.comVanessa Matos Silvavanessamatosufs@gmail.comAdriel Carvalho de Limaadrielcarvalhodelima@gmail.comCristiano Mezzarobacristiano_mezzaroba@yahoo.com.br<p>Trata-se da resenha do livro “O urubu que logo somos: crônicas e memórias de um devir Flamengo”, organizado por Fabio Zoboli e publicado pela Editora Ludopedio em 2025.</p>2026-07-18T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Ingridy Mickaelly Lima dos Santos, Lucas Murillo Gonzaga Silva, Vanessa Matos Silva, Adriel Carvalho de Lima, Cristiano Mezzarobahttps://periodicos.upe.br/index.php/oxe/article/view/2157A sociologia do esporte na América Latina2026-07-18T19:39:17+00:00Jeferson Roberto Rojojrrojo@uem.brIsabela Melo Bedendoisabelambedendo@gmail.comAna Clara Machado Barbosaaclarabrbsa@gmail.comMarcos Gomes Miranda Rodrigues dos Santos122marcosgomes8@gmail.comMarcos Antonio dos Santossantosffe@gmail.com<p>O presente estudo parte da compreensão de que a sociologia do esporte, mesmo sendo fundamentada na sociologia, abrange pesquisas em várias disciplinas das Ciências Humanas e Sociais, além disso, entende-se que os eventos científico-acadêmicos são importantes espaços de disseminação do conhecimento produzido por uma comunidade científica. Diante disso, tem-se como objetivo analisar as publicações apresentadas no VIII e IX Congressos da ALESDE disponibilizadas por meio dos anais dos referidos eventos. Para isso, foi realizada uma pesquisa bibliográfica com análises que partem do pressuposto de um estudo bibliométrico. Como resultados diagnosticou-se um total de 230 documentos, publicados em português e espanhol, e predominantemente desenvolvidos de forma coletiva. Já em relação aos temas identificados a partir das palavras-chaves inseridas pelos autores, mesmo com a presença de alguns trabalhos com foco na janela de oportunidade aberta pela crise pandêmica de 2020, os estudos de maneira geral além de refletir os interesses acadêmicos já apresentados por levantamentos anteriores, expõe os interesses regionais encontrados na agenda de pesquisa latino-americana de sociologia do esporte. Conclui-se que os congressos da ALESDE se constituem como um importante espaço de debate acadêmico para a sociologia do esporte na região, em adição, torna-se um relevante propagador dos interesses de pesquisas sendo uma voz dos pesquisadores do sul-global na comunidade científica internacional.</p>2026-08-12T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Jeferson Roberto Rojo, Isabela Melo Bedendo, Ana Clara Machado Barbosa, Marcos Gomes Miranda Rodrigues dos Santos, Marcos Antonio dos Santoshttps://periodicos.upe.br/index.php/oxe/article/view/2297Arquitetura Institucional das Ciências do Esporte2026-09-08T15:18:25+00:00Billy Graeffbilly.graeff@academico.ufpb.br<p>Este texto problematiza a institucionalização acadêmica das ciências do esporte no Brasil a partir do projeto da Universidade Federal do Esporte (UFEsporte), contrastando-o com o ecossistema de referência global. Argumenta-se que, enquanto as principais potências internacionais equilibram com rigor as ciências da natureza e a matriz humanista e pedagógica, o modelo nacional apresenta um desequilíbrio tecnocrático acentuado na alta performance e na gestão. O objetivo principal é analisar comparativamente a arquitetura institucional da UFEsporte frente a centros internacionais de excelência. Metodologicamente, emprega-se uma análise crítica e documental baseada na literatura sociológica e nas diretrizes oficiais brasileiras e estrangeiras. Os resultados discutem a subalternização das ciências humanas e da pedagogia no desenho nacional, bem como os limites de sua governança de implantação. Conclui-se pela urgência de um debate democrático e polifônico para assegurar que a nova instituição integre o esporte como direito social, cultura e práxis emancipatória.</p>2026-09-08T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Billy Graeff