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	<dc:title xml:lang="pt-BR">Aproximações possíveis entre imagem e texto nas obras plástica e literária de Clarice Lispector</dc:title>
	<dc:creator>Gibran Alves Ayub</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Clarice Lispector</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Pintura</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Relações entre imagem e texto</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Literatura </dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">Na literatura de Clarice Lispector, a relação com a pintura está a serviço de uma busca incessante por algo que parece anterior à própria linguagem e, portanto, impossível de ser nomeado. O presente trabalho propõe-se a buscar aproximações possíveis entre os dois âmbitos de produção da autora, entendendo-os como parte de um mesmo projeto artístico-literário, engajado nessa busca pelo nome, a fim de encontrar ecos do estilo da prosa da autora em suas pinturas e vice-versa. A análise parte da premissa estabelecida por Lessing (1998) quanto à possibilidade de se admitir uma comparação entre esses dois campos da arte e da revisita de Gonçalves (1994) à teoria de Lessing, além de Sousa (2013) a respeito dos cruzamentos possíveis entre a prosa e a pintura de Lispector. Confirma-se, por fim, a hipótese inicial de que a literatura de Clarice Lispector, marcada por contrastes e um caráter verdadeiramente visceral da linguagem, encontra correspondências em sua produção visual, o que possibilita um alargamento do horizonte interpretativo da obra da autora como um todo.</dc:description>
	<dc:publisher xml:lang="pt-BR">Periódicos UPE</dc:publisher>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">Agreement in Cinyungwe verb-verb constructions</dc:title>
	<dc:creator>Crisófia Langa da Câmara</dc:creator>
	<dc:creator>Armindo Ngunga</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Agreement</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">verb-verb construction</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Cinyungwe</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos Linguísticos</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">The leading idea within the Minimalist Program is that there is a relationship between Case and agreement, i.e., the checking of (Φ-)features on a head such as a verb results in simultaneous checking of case features on the NP that triggers the agreement(CHOMSKY, 2000). Carstens (2001), points out that Bantu compound tense structures are a serious problem for Chomsky approach. The aim of this paper is to contribute for the discussion about multiple agreement in Bantu using data from Cinyungwe, a Mozambican Bantu language. We claim that the verbs in Verb-Verb Constructions share a concord relation between them and cannot be considered a problem to Chomsky approach.</dc:description>
	<dc:publisher xml:lang="pt-BR">Periódicos UPE</dc:publisher>
	<dc:date>2023-10-31</dc:date>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">Dante Alighieri e apóstrofe: o efeito da leitura e o figuralismo estético na formação do leitor contemporâneo</dc:title>
	<dc:creator>Junior César Ferreira de Castro</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Leitor</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Leitura</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Dante Aligheri</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Figuralismo</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos literários</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">O efeito da leitura na contemporaneidade é dado com o devir do leitor empírico em coautoria na configuração da escrita literária. Essa interpretação figural ocorre com o preenchimento histórico ao refigurar o real no mundo do texto. Em A DivinaComédia, de Dante Alighieri, observa-se que o apelo está nos moldes renascentistas da apóstrofe, do discurso da linguagem e da forma os quais permitem ir à tradição medieval e retomar no hoje com um novo juízo de valor moral e cristão. O figuralismo estético está na passagem do leitor antigo ao atual como um ser partícipe da dimensão espacial e temporal da obra literária à medida que sua rede de significação não esteja apenas centrada na voz do autor, mas nas referências instituídas pela própria escritura. Tendo-se como base principal a análise de “Apelos ao leitor”, de Erich Auerbach (2007), em Ensaios de Literatura Ocidental, a investigação esclarece que o receptor nasce com o texto, porém é na linguagem e no efeito da leitura pelo ato da ressignificação do texto e da recepção que esse ele vai se inscrevendo nas mais diversas épocas.</dc:description>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">A materialidade digital e a constituição do sujeito-leitor em memes sobre leitura</dc:title>
	<dc:creator>Katyelle Alves Ferreira</dc:creator>
	<dc:creator>Fernanda Surubi Fernandes</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Discurso</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Leitura</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Memória</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos literários</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">A leitura e os sujeitos-leitores é o cerne deste estudo. A partir de análise de memes, com a temática sobre leitura e leitores, e que circulam no espaço digital, observamos como os sentidos ocorrem a partir de um processo de significação atravessado pela ideologia e as diferentes materialidades que constituem o meme. É pela/na língua que o sujeito-leitor se significa, e é no espaço digital, que as formas de significar são colocadas em outras formas de funcionamento, num batimento entre o mesmo e o diferente, entre a paráfrase e a polissemia. Assim, este estudo compreende como os sujeitos e sentidos são significados a partir das materialidades que constituem o dizer numa relação com a memória que lhe é constitutiva</dc:description>
	<dc:publisher xml:lang="pt-BR">Periódicos UPE</dc:publisher>
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	<dc:title xml:lang="en-US">The dance between language and literature</dc:title>
	<dc:title xml:lang="pt-BR">A dança entre a linguagem e a literatura</dc:title>
	<dc:creator>Paulo Petronilio Correia</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Escritua</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Pensamento</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Dança</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Literatura</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos literários</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">Este artigo tem como objetivo apresentar a complexa dança que existe entre a linguagem e a literatura. Para estabelecer essa simbiose terei como ponto de partida a Filosofia da Diferença do pensador francês Gilles Deleuze, pois ao pensar a relação entre a filosofia e as artes nos despertou para problematizar a máquina literária e seus múltiplos signos. Deleuze é considerando, juntamento com Félix Guattari, com quem escreveu vários livros, o pensador da diferença ao encarar a filosofia como uma arte de criar, de inventar conceitos. Escrever sobre o pensamento deleuzeano envolve uma certa dança diante da política da subjetivação, da criação e da reinvenção da vida. Mais que isso: implica em conectar a linguagem com a vida, acoplando-as coma literatura. Portanto, pretende-se pensar a escrita, a gagueira da linguagem e o nomadismo da diferença a partir dos signos da literatura. A experiência com a Linguagem literária se dá nessa gagueira desenfreada que faz de cada escritor um estrangeiro de sua própria língua. A gagueira, desse modo, é o charme da escritura e do devir-escritor. Seu charme está no modo como produz a diferença através da linguagem.</dc:description>
	<dc:publisher xml:lang="pt-BR">Periódicos UPE</dc:publisher>
	<dc:date>2023-10-31</dc:date>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">Indícios de Letramento Racial Crítico no Twitter: o caso da “Pequena Sereia” de Halle Bailey</dc:title>
	<dc:creator>Thaylanne Rocha</dc:creator>
	<dc:creator>Alan Ricardo Costa</dc:creator>
	<dc:creator>Louise da Silveira</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Letramento racial crítico</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Racimos estrutural</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Linguística</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos Linguísticos</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">A popularização de debates e questões raciais em redes sociais possibilita novas reflexões sobre letramento racial crítico na atualidade. No presente artigo é debatido um caso em que isso mostrou-se evidente: as mobilizações de internautas sobre a escalação da atriz e cantora Halle Bailey para interpretar a personagem Ariel e protagonizar o filme A Pequena Sereia (The Little Mermaid, 2023). Com o objetivo de estudar letramentos raciais críticos subjacentes às práticas de linguagem de usuários do Twitter, desenvolvemos uma pesquisa de abordagem qualitativa e analítica, com o suporte teórico dos estudos de Ferreira(2014; 2015), Soares (1998), Almeida (2019) e Lévy (1999), que abrangem conceitos como letramento(s), letramento racial crítico, racismo estrutural e cibercultura. Parte dos internautas desfavoráveis à escolha da atriz mobilizam-se com base no que acreditam ser a versão mais “fiel” da personagem (da Disney), sem que isso esteja totalmente dissociado de postagens conservadoras e potencialmente racistas e machistas. Em contrapartida, tais publicações tendem a ser rebatidas com (1) o uso de memes e ironias; (2) ativismo direto e racialização do debate; e (3) publicações sobre empoderamento e representatividade (principalmente de crianças negras), que indicam práticas coletivas de letramento racial crítico.</dc:description>
	<dc:publisher xml:lang="pt-BR">Periódicos UPE</dc:publisher>
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	<dc:source xml:lang="en-US">Revista Falange Miúda; Vol. 8 No. 1 (2023): Publicação Contínua - Estudos Linguísticos e Literários ; 83-105</dc:source>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">Nomes próprios em Sérgio Vaz: a generalização do sujeito periférico e a identificação consequente</dc:title>
	<dc:creator>Alves, Mariana</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Literatura marginal</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Sérgio Vaz</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Poesia</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Semântica</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Nomes próprios</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos Linguísticos</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">Movimento contemporâneo de força nacional, a literatura marginal traz à tona discussões até então secundarizadas pela elite dominante do que ficou canonicamente estabelecido como arte, como belo e como Literatura. Dessa forma, o presente artigo tem como objetivo promover um debate a respeito da representação do sujeito periférico na obra do poeta Sérgio Vaz, autor do movimento literatura marginal. Por meio de uma análise embasada na teoria dos nomes próprios, analisa-se a generalização do sujeito periférico feita nos poemas “Pé de Pato”, “Os Miseráveis”, “A poesia dos deuses inferiores”, “Gente miúda” e “Ornitorrinco”. Conclui-se que a generalização feita pelo uso dos nomes próprios gera uma identificação no leitor periférico, que, ao preencher a lacuna semântica dos nomes próprios, vê a si mesmo espelhado nessa arte.</dc:description>
	<dc:publisher xml:lang="pt-BR">Periódicos UPE</dc:publisher>
	<dc:date>2023-10-31</dc:date>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">Las narraciones orales que emergen de las entrañas de la Amazonía brasileña: mitos y leyendas que sobresalen en Apuí, una localidad rural del municipio de São Miguel do Guamá, en el estado de Pará (Brasil)</dc:title>
	<dc:creator>Gracineia Araújo</dc:creator>
	<dc:creator>Maria Eliene Oliveira da Mota</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Tradición oral.</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Leyendas amazónicas</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Curupira y Matinta</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos literários</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">El presente trabajo es resultado de una investigación de campo sobre las leyendas orales que brotan y se multiplican en el interior de la Amazonía brasileña, precisamente a partir de las narraciones orales de los habitantes de Apuí, una localidad ribereña perteneciente al municipio de São Miguel do Guamá, en el noreste del estado de Pará. Los trabajos se han llevado a cabo durante los años 2020-2022, en el marco del proyecto de investigación “Literatura e mundo rural: conexões entre o real e o imaginário” (Literatura y mundo rural: conexiones entre lo real y lo imaginario), de la Universidad Federal de Pará/Castanhal. Se trata de demostrar que las leyendas y los mitos siguen vivos y pueblan el imaginario colectivo del lugar, al tiempo que juegan un importante papel en lo cotidiano de los llamados povos da floresta (pueblos de la selva). En Apuí sobresalen los relatos en torno a Curupira y Matina Perera, dos de los personajes más populares del folclore brasileño. En este análisis se elaborará un pequeño retrato en el que se representará a ambos seres sobrenaturales, teniendo en cuenta la cosmovisión de la región. La investigación está anclada en las aportaciones de Cascudo (2008; 2010), Colombres (2006; 2016; 2017), Ong (1996), Magán (2010), entre otros. Los resultados revelan que estos espíritus del bosque forman parte de Apuí como el agua, la tierra y el aire; ellos imponen respeto por igual. Así pues, resaltamos la importancia de preservarlos y darlos a conocer. Por ello, estimamos que esta reflexión se debe extender al ámbito de la enseñanza de Español como Lengua Extranjera – ELE y sugerimos que se trabajen las leyendas orales en el aula, en los más variados ámbitos y niveles educativos.</dc:description>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">Os sinos da agonia: leitura a partir da teoria dos gêneros literários</dc:title>
	<dc:creator>Nathaniel Reis de Figueiredo</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Gêneros literários</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Romance</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Autran Dourado</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos Linguísticos</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">Os sinos da agonia, de Autran Dourado, narra uma história incestuosa de uma família abastada da cidade de Vila Rica (atual Ouro Preto, Minas Gerais) no período de decadência do ciclo do ouro, o final do século XVIII. Lançado em 1974, no auge da ditadura civil-militar, é uma obra que mistura elementos do mito de Fedra com o contexto de repressão política do fim do Período Colonial. Pensando em como um antigo mito grego pode ganhar novos significados através do romance contemporâneo, o presente estudo propõe uma revisão dos estudos sobre gênero literários para estabelecer a ideia de que estes não são somente formas que a literatura pode tomar, mas também moldam as visões de mundo que uma obra performa. A partir disso, analisa-se Os sinos da agonia com o objetivo de perceber como o épico, o lírico e o dramático se interpenetram nessa obra para performar uma experiência de solidão, em viver aquilo que não se pode dizer em contextos de repressão individual e coletiva.</dc:description>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">Os compostos em santome</dc:title>
	<dc:creator>Cleide da Encarnação Bonfim</dc:creator>
	<dc:creator>Joelma Arapujo Neri</dc:creator>
	<dc:creator>Manuele Bandeira</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Compostos</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Santome</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">São Tomé e Princípe</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos literários</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">O presente trabalho tem como finalidade apresentar uma descrição preliminar dos processos composicionais em santome. A amostra desta pesquisa está composta de 70 compostos retirados do Dicionário Santome-Português (ARAUJO; HAGEMEIJER, 2013) A seleção dos dados seguiu os seguintes critérios: impenetrabilidade, inseparabilidade e inalterabilidade, sendo previamente consultados a partir do corpus eletrônico do santome (HAGEMEIJER et al., 2014) com base em transcrições de registros escritos e orais. Segundo as categorias gramaticais dos itens que formam o composto, os compostos em santome têm como resultado final mais frequentemente um nome e se comportam morfossintaticamente como substantivos. Quanto ao acento fonológico, a maioria dos compostos possui ao menos dois acentos fonológicos, podendo apresentar três acentos (aluvu-sê-fya [ˈaluvu ˈse ˈfja] ‘árvore sem folha Euphorbia tirucalli’), com exceção apenas de um composto que apresenta somente um acento (blaga-ubwa [blaˈgubwa] ‘insignificante, pobre’). Em termos de padrões de formação composicional dos itens analisados, os compostos foram, majoritariamente, constituídos por justaposição (sem alteração nos componentes e manutenção dos acentos fonológicos) em detrimento da aglutinação (com perda segmental e redução dos acentos fonológicos).</dc:description>
	<dc:publisher xml:lang="pt-BR">Periódicos UPE</dc:publisher>
	<dc:date>2023-10-31</dc:date>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">Expediente </dc:title>
	<dc:creator>Sene, Prof. Dr. Marcus  Garcia de</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Expediente</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos Linguísticos</dc:subject>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">O Realismo Mágico em A Fabulosa Loja dos Bichos (2003), de Jorge Bandeira</dc:title>
	<dc:creator>Faustino Pedrosa, Matheus</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">A Fabulosa loja dos bichos</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Realismo Mágico</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Teatro Amazônico</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">Este estudo lança um olhar analítico para o texto da peça teatral A Fabulosa Loja dos Bichos (2003), do dramaturgo amazonense Jorge Bandeira. O estudo visa analisar e identificar a presença de características do gênero literário Realismo Mágico no roteiro de Jorge Bandeira. O estudo apresenta uma revisão bibliográfica e análise teórica e semiológica do texto, com base nos conceitos e teorias elaborados por Tzvetan Todorov (1992) acerca do fantástico na literatura, Irlemar Chiampi (2015) quanto ao gênero do Realismo Mágico ou Realismo Maravilhoso, Anne Ubersfeld (2005) para a leitura do texto teatral e noções de Alfredo Bosi (2002) sobre Resistência na literatura por um viés pós-colonial. O estudo identificou na obra de Jorge Bandeira características do fantástico que podem ser interpretadas como Realismo Mágico, por ser um texto que apresenta o insólito sobrenatural absorvido por uma realidade que mimetiza a do mundo real, emanado de um potente discurso pós-colonial.</dc:description>
	<dc:publisher xml:lang="pt-BR">Periódicos UPE</dc:publisher>
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	<dc:source xml:lang="en-US">Revista Falange Miúda; Vol. 8 No. 2 (2023): Dossiê Temático - Potências do texto teatral amazônico ; 64-73</dc:source>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">A resistência feminina e o fantástico na obra Jurupari (1979), de Márcio Souza</dc:title>
	<dc:creator>Ribeiro da Silva, Erlândia</dc:creator>
	<dc:creator>Rodrigues, Kleberson</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Resisência</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Fantástico</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Jurupari</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Literatura </dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">Este trabalho tem como objetivo verificar como se dá a resistência feminina e o fantástico na obra Jurupari, a guerra dos sexos (1979), do escritor amazonense Márcio Souza. Nesse sentido, buscaremos identificar de que maneira as personagens utilizam de um discurso que é transgressor, na medida em que se inserem no contraponto do esperado em narrativas com o viés patriarcal, em que a lei do homem se mostra como a única possível. Verificaremos também de que maneira o fantástico aparece enquanto elemento primordial da narrativa, apresentando-se enquanto crítica-debate às representações do real. Para tanto, nos apoiaremos em Tzvetan Todorov em Introdução à literatura fantástica (2004), Selma Rodrigues em O fantástico (1988), Maria Helena Kuhner em A transgressão do feminino (1989), Pierre Bourdieu em A dominação masculina (2007), Alfredo Bosi em Literatura e resistência (2002) e outros autores que nos ajudem a refletir como se dá o processo de representação da resistência e do fantástico na obra.</dc:description>
	<dc:publisher xml:lang="pt-BR">Periódicos UPE</dc:publisher>
	<dc:date>2023-11-05</dc:date>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">Posicionamento axiológico em tempos de pandemia de COVID-19: uma análise do enunciado verbo-visual da charge</dc:title>
	<dc:creator>Aline Milena Borges da Silva Dias</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">PPosicionamento axiológico</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Charge</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Enunciado</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Verbo-visualidade</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos Linguísticos</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">Este trabalho analisa a construção do posicionamento axiológico no enunciado verbo-visual de três charges publicadas no período de pandemia no Brasil, sendo duas extraídas dos jornais Folha de São Paulo e Jornal do Comércio e uma do portal de notícias Brasil 247. Logo, tendo em vista o atual cenário causado pelo vírus da COVID-19, considerou-se relevante investigar como tais enunciados revelam a compreensão social e posicionam-se axiologicamente em meio à multiplicidade de vozes que compõem as discursividades emergentes no hic et nunc da pandemia, no contexto da política brasileira. A pesquisa parte da hipótese de que as reacentuações apreciativas das palavras em unidade com os elementos imagéticos operam na construção do posicionamento axiológico. Para fundamentação, foram recuperados, principalmente, os estudos de Bakhtin/Voloshinov (2006), Bakhtin (2011), Brait (2007) e Fiorin (2011). A investigação permitiu observar como a situação extraverbal contribui no estabelecimento de uma enunciação significativa, ao passo que identificar, na materialidade verbo-visual, uma voz que responde aos enunciados e às marcas valorativas com que esses recobrem o objeto e, nesse modo dialógico, opera sobre elas, no encontro de linguagens, uma expressão nova e única.</dc:description>
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	<dc:title xml:lang="en-US">White rebellion in Dessana (1997), by Márcio Souza: origin and destiny of an ethnicity group:  origem e destino de uma etnia</dc:title>
	<dc:title xml:lang="pt-BR">Rebelião do Branco em Dessana (1997), de Márcio Souza::  origem e destino de uma etnia</dc:title>
	<dc:creator>Tavares Pessoa Santiago, Edilene</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Cosmogonia, Teatro de Márcio Souza, Discursos do Personagem</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="en-US">Cosmogony, Márcio Souza Theater, Discourses of the character</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">Este trabalho analisa os discursos do personagem Branco e dos interlocutores dele na peça teatral Dessana, Dessana ou O Começo Antes do Começo escrita por Márcio Souza em parceria com Aldísio Filgueiras. A narrativa reproduz o mito cosmogônico de um dos povos originários da Amazônia brasileira e Branco representa um dos grupos da humanidade recém-criada. Ele é emblemático. Surge no tempo primordial, discute com seres transcendentes e rebela-se às ideias da liderança. É sentenciado e punido porque ameaça o processo civilizatório do mundo. Os discursos apresentam elementos que identificam os traços característicos do personagem Branco, trazem à memória semelhanças histórico-ideológicas, registram a origem dele e apontam o destino que lhe foi imposto. A análise se desenvolve pelo viés da semiótica discursiva em Greimas (1975); pelas compreensões do fantástico em Todorov (2012) e em Roas (2001); seguindo as percepções de Eliade (1972), Paes Loureiro (2015) e Ubersfeld (2005) que contribuem com os estudos sobre mito e teatro, entre outros autores, que arramam as proposições elencadas neste artigo.</dc:description>
	<dc:publisher xml:lang="pt-BR">Periódicos UPE</dc:publisher>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">O teatro de temática indígena de Márcio Souza: uma análise de Contatos amazônicos do terceiro grau</dc:title>
	<dc:creator>Botoso, Altamir</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Márcio Souza</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Literatura brasileira</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Índios</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Teatro amazônico</dc:subject>
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	<dc:subject xml:lang="es-ES">Literatura brasileña</dc:subject>
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	<dc:subject xml:lang="en-US">Márcio Souza</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="en-US">Amazonian theater</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="en-US">Brazilian literatura</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="en-US">Indians</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="en-US">Márcio Souza is a prolific writer who devoted himself not only to prose fiction, but is also theauthor of theatrical texts that discuss the reality and problems faced by the Indians in the Amazon region.The aim of this article is to analyze the play Contatos amazônicos do terceiro grau. In this theatrical text,the aforementioned theme gains prominence when exposing the drama of an Indian couple, who arethreatened by the invasion of their territory by the white man. The theoretical support for the proposedstudy is based on Carvalho (2018), Gomes (2017), Lima and Luna (2010), Pascolati (2009), Carvalho (2001),Rodrigues and Soares Filho (2021), Toscano (2017). In the analysis carried out, it appears that the desire todominate and the excessive ambition of the so-called civilized man bring death and destruction toindigenous people as imminent consequences.</dc:description>
	<dc:description xml:lang="es-ES">Márcio Souza es un escritor prolífico que se ha dedicado no sólo a la ficción en prosa, sino que también es autor de textos teatrales que analizan la realidad y los problemas que enfrentan los indígenas de la región del Amazonas. El objetivo de este artículo es analizar la obra Contatos amazônicos do terceiro grau. En este texto teatral, el tema antes mencionado cobra importancia al exponer el drama de una pareja india, que se ve amenazada por la invasión de su territorio por el hombre blanco. El sustento teórico del estudio propuesto se basa en Carvalho (2018), Gomes (2017), Lima e Luna (2010), Pascolati (2009), Carvalho (2001), Rodrigues y Soares Filho (2021), Toscano (2017). Del análisis realizado se percibe que el deseo de dominio y la ambición desmedida del llamado hombre civilizado causan muerte y destrucción como consecuencias inminentes para las poblaciones indígenas.</dc:description>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">Márcio Souza é um escritor prolífico que se devotou não só à prosa de ficção, mas também éautor de textos teatrais que discutem a realidade a e os problemas enfrentados pelos índios na região amazônica. O objetivo deste artigo é analisar a peça Contatos amazônicos do terceiro grau. Nesse texto teatral, a temática mencionada ganha relevo ao expor o drama de um casal de índios, que se vê ameaçado pela invasão de seu território pelo homem branco. O aporte teórico para o estudo proposto pauta-se em Carvalho (2018), Gomes (2017), Lima e Luna (2010), Pascolati (2009), Carvalho (2001), Rodrigues e Soares Filho (2021), Toscano (2017). Na análise efetuada, verifica-se que o desejo de dominar e a ambição desmedida do homem dito civilizado trazem como consequências iminentes a morte e a destruição para os povos indígenas.</dc:description>
	<dc:publisher xml:lang="pt-BR">Periódicos UPE</dc:publisher>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">Apresentação</dc:title>
	<dc:creator> Fernandes Torres, Fábio</dc:creator>
	<dc:creator>da Silva Rodrigues, Lorena</dc:creator>
	<dc:creator>Bezerra de Macêdo Viana, Rakel</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Falange Miúda</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Revista</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Apresentação</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos Linguísticos</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">A primeira edição do sexto volume da Revista Falange Miúda publica 8 artigos de pesquisadores vinculados a diferentes instituições brasileiras, muitos dos quais foram apresentados no VI Fórum de Estudos Linguísticos do Ceará – VI FELCE, evento anual de Sociolinguística realizado por pesquisadores de universidades cearenses. Desde a primeira edição, o evento tem contado com a participação de pesquisadores de diferentes instituições nacionais em conferências, mesas redondas e simpósios temáticos, contribuindo substantivamente para a divulgação de pesquisas nessa área. Os temas dos artigos desta edição versam sobre a variação nos níveis fonético-fonológico, lexical e morfossintático. Além desses, há trabalhos que se dedicam à relação entre variação e ensino e um trabalho que investiga as atitudes e percepções linguísticas na variação entre tu e você. Por fim, integra esta edição um artigo que, embora não se insira na área da Sociolinguística, ancora-se no arcabouço teórico da Análise do Discurso de vertente pecheuxteana e, portanto, também se debruça sobre a instigante relação entre língua e sociedade.</dc:description>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">Processos fonológicos de inserção e apagamento no guineense</dc:title>
	<dc:creator>Erica Souza dos Reis</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos Linguísticos</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">O guineense é falado pela maioria dos habitantes Guiné-Bissau. Contudo, ainda há poucos estudos voltados para essa língua, sobretudo com relação aos seus aspectos fonológicos. Assim, o trabalho propõe descrever os processos fonológicos de inserção (próstese, epêntese, paragoge), e apagamento (aférese, síncope, apócope) no guineense. Os dados foram coletados em Scantamburlo (2002) e gravados com quatro falantes nativos. As análises constatam processos recorrentes, como: próstese de [a] e [i]; epêntese de consoante/traço nasal; entretanto, houve poucos casos de paragoge. Ademais, os casos de apagamento mais comuns foram aférese de [e]; síncope da vogal postônica medial; e apócope em verbos.</dc:description>
	<dc:publisher xml:lang="pt-BR">Periódicos UPE</dc:publisher>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">A interjeição sob diferentes olhares: análise do nossa, valha e vixe em conversas de whatsapp</dc:title>
	<dc:creator>Jenifer Santos Bezerra</dc:creator>
	<dc:creator>Ana Carolina Ribeiro da Silva</dc:creator>
	<dc:creator>Sandra Espínola dos Anjos</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Interjeições</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Marcadores</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Whatsapp</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos Linguísticos</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">O presente trabalho busca compreender como as interjeições “nossa”, “valha” e “vixe” são usadas na plataforma Whatsapp. Assim, estabelecemos os seguintes objetivos: (i) compreender o uso de tais formas em mensagens do Whatsapp como evidência de um processo de variação diacrônica e discursiva e sua integração na categoria dos marcadores discursivos; (ii) destacar o conceito de interjeição para a gramática normativa, os livros didáticos e para a Linguística; (iii) analisar os processos de variação de “nossa”, “valha” e “vixe” dentro de uma perspectiva diacrônica e discursiva e (iv) discutir a hipótese de as supracitadas interjeições poderem ser incluídas no rol dos marcadores discursivos. O referencial teórico adotado consiste na Teoria da Variação e Mudança Linguística (WEINREICH; LABOV; HERZOG, [1968] / 2006) e em estudos sobre marcadores discursivos (MARCUSCHI, 2003; PENHAVEL, 2012; LOURENÇO, 2014). Para este fim, realizamos uma pesquisa quali-quantitativa e bibliográfica-documental, tendo como corpus conversas coletadas do Whatsapp. Os resultados apontam que as formas em foco são, de fato, variantes entre si e que o fator faixa etária é um condicionante importante nessa escolha; percebemos, ainda, que essas interjeições atuam como marcadores discursivos, a fim de manter a conversa entre os sujeitos e facilitar o processo cognitivo de comunicação. Concluímos, pois, que as interjeições, situadas à margem dos estudos da língua em livros didáticos e manuais de gramática, podem assumir diversos papeis, como o de marcadores discursivos e ser um campo fecundo para os estudos sobre variação discursiva.</dc:description>
	<dc:publisher xml:lang="pt-BR">Periódicos UPE</dc:publisher>
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	<dc:type xml:lang="pt-BR">Texto</dc:type>
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	<dc:source xml:lang="en-US">Revista Falange Miúda; Vol. 7 No. 1 (2022): Edição Temática - VI Fórum de Estudos Linguísticos do Ceará - VI FELCE; 26-50</dc:source>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">A redução do gerúndio no falar vilaboense: um olhar variacionista</dc:title>
	<dc:creator>Jannaina Soares Silva Reis Ferreira</dc:creator>
	<dc:creator>Marilia Silva Vieira</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Sociolinguística Variacionista</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Apagamento da oclusiva dental /d/</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">R</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">PRAAT</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos Linguísticos</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">&amp;nbsp;
O presente estudo propõe descrever o apagamento da oclusiva dental /d/ no morfema de gerúndio na Cidade de Goiás-GO, ou seja, o uso variável do morfema de gerúndio -ndo que pode ser realizado como -no, apresentando duas variantes: (comendo, comeno). A pesquisa será conduzida à luz da Sociolinguística Variacionista (LABOV, 2008[1972]) que tem como objetivo de estudo a mudança e variação da língua no contexto social em comunidade de fala. Desde 1970, estudos nessa perspectiva vêm sendo desenvolvidos para descrever as diferentes variedades do Português Brasileiro. Muitos deles exploram o apagamento da oclusiva dental /d/ em -ndo, em diferentes regiões do país, a exemplo das pesquisas de Mollica e Mattos (1992); Ferreira (2010); Vieira (2011); Martins e Bueno (2011); Hora e Aquino (2012); Nascimento et al. (2013); Almeida e Oliveira (2017); entre outros. O corpus utilizado será o coletado por Bernardes (2020), no âmbito do Sociolinco (Grupo de Estudos e Pesquisas em Sociolinguística da Universidade Estadual de Goiás/Câmpus Cora Coralina). Além dos fatores extralinguísticos idade, escolaridade e sexo, analisaremos também a influência de fatores linguísticos, tais como: classe morfológica, extensão do vocábulo, contexto fonético-fonológico seguinte e contexto fonético-fonológico precedente. Realizaremos a codificação dos dados, requisito para análise estatística, que será realizada pelo programa estatístico R. Utilizaremos o programa PRAAT para verificarmos os parâmetros acústicos dos sons. Esperamos, ao final, comprovar que o apagamento da dental oclusiva /d/ em -ndo é condicionado pela variável social sexo e pelas variáveis internas: a classe gramatical, contexto fonético-fonológico seguinte e contexto fonético-fonológico precedente.</dc:description>
	<dc:publisher xml:lang="pt-BR">Periódicos UPE</dc:publisher>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">Análise sociolinguística do longametragem O auto da compadecida</dc:title>
	<dc:creator>Isabella Viana Picciolli</dc:creator>
	<dc:creator>Maria Lidiane de Sousa Pereira</dc:creator>
	<dc:creator>Yara Ribeiro de Hollanda</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">O auto da compadecida</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Sociolinguística</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Variação linguística</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos Linguísticos</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">À luz da Sociolinguística, realizamos, neste artigo, uma análise do longametragem O auto da compadecida. Para tanto, selecionamos quatro trechos de falas que marcam a interação entre os protagonistas da trama, a saber: Chicó e João Grilo. A partir disso, objetivamos identificar alguns fenômenos de variação linguística presentes nesses trechos. De igual modo, nos esforçamos para compreender como determinados fenômenos de variação linguística contribuem para a construção de suas identidades sociais. A análise das falas selecionadas para este estudo revela uma considerável gama de diferentes fenômenos de variação linguística como, por exemplo, o alteamento da vogal pretônica /E/; o alteamento da pretônica /O/; a simplificação do ataque silábico complexo; a desnasalização; a monotongação; a queda da concordância verbal e nominal etc. Dentre as conclusões a que chegamos, cabe salientar que a heterogeneidade linguística assinala a linguagem dos personagens Chicó e João Grilo, figurando não apenas como um elemento marcante de suas falas, mas também como fenômeno essencial para a construção das identidades sociais dos protagonistas do longa-metragem O auto da compadecida.</dc:description>
	<dc:publisher xml:lang="pt-BR">Periódicos UPE</dc:publisher>
	<dc:date>2023-11-01</dc:date>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">O uso de mapas perceptuais no registro de atitudes no município de Cláudia</dc:title>
	<dc:creator>Priscila Ferreira de Alécio</dc:creator>
	<dc:creator>Manoel Mourivaldo Santiago Almeida</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Sociolinguística Variacionista</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Dialetologia Perceptual</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Atitudes linguísticas</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Percepções e atitudes</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos Linguísticos</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">&amp;nbsp;
O presente trabalho tem objetivo de expor um recorte da dissertação intitulada “Análise dos usos, percepções e atitudes de sulistas residentes no município de Cláudia: estudo da variação tu e você” realizado no município de Cláudia, localizado ao norte do estado de Mato Grosso. A pesquisa anteriormente realizada fez um levantamento das percepções e atitudes linguísticas, frente ao fenômeno da variação tu e você tanto em migrantes, quanto nos filhos de migrantes que vieram da região sul do Brasil. Os pressupostos teóricos e metodológicos estão pautados na Sociolinguística Variacionista e na Dialetologia Perceptual, tendo como referências Labov (2008), Lopes (2017), Long e Preston (1999), Preston (1989; 1999; 2010), dentre outros. Foram realizadas 24 entrevistas no total, entre migrantes e filhos de migrantes, sendo 8 com migrantes da zona urbana, 4 do sexo feminino e igual número para masculino, e 4 do meio rural, sendo 2 para cada sexo, que residem há pelo menos 15 anos no município. A faixa etária para esse grupo fica entre 40 e 60 anos de idade. Com relação aos filhos, houve a mesma distribuição de sujeitos com o critério de idade entre 18 e 40 anos. Para este recorte, serão expostos mapas perceptuais, a partir das respostas dos migrantes e filhos de migrantes residentes no município de Cláudia, situado ao norte do estado de Mato Grosso. Os mapas demonstraram preferências dos participantes para o falar dos estados que compõem a região sul, bem da região nordeste.</dc:description>
	<dc:publisher xml:lang="pt-BR">Periódicos UPE</dc:publisher>
	<dc:date>2023-11-01</dc:date>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">Língua e diversidade: o que pensam os docentes?</dc:title>
	<dc:creator>Jacson Baldoino Silva</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos Linguísticos</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">&amp;nbsp;
Este artigo tem como objetivo apresentar o resultado de uma pesquisa qualitativa realizada com professores da Educação Básica em que se buscou verificar como esses concebem o ensino de Língua Portuguesa. Tomando como quadro teórico-metodológico a Sociolinguística Educacional (BORTONI-RICARDO, 2004, 2005, 2014) e considerando as contribuições do multiculturalismo para a educação (CANDAU, 2008), foram analisadas as respostas dadas ao questionário aplicado a nove professores participantes da área de Letras pelo WhatsApp. As perguntas versaram sobre a formação e a prática docente dos colaboradores da pesquisa. A maioria dos professores ainda concebe o ensino de Língua Portuguesa como o ensino da gramática normativa, mas alguns reconhecem a diversidade linguística, assumindo que o ensino deve partir da variedade usada pelos alunos, e relatam a importância de uma formação continuada. A pesquisa evidenciou que ainda há muito o que fazer no campo do ativismo sociolinguístico para que seja respeitada a variação linguística e para que se combata o preconceito, também linguístico, na escola.</dc:description>
	<dc:publisher xml:lang="pt-BR">Periódicos UPE</dc:publisher>
	<dc:date>2023-11-01</dc:date>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">O objeto direto de terceira pessoa na modalidade escrita: uma proposta didática</dc:title>
	<dc:creator>Rosely Lopes de Freitas</dc:creator>
	<dc:creator>Marília Silva Vieira</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Proposta didática</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Objeto direto de terceira pessoa</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Modalidade escrita</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos Linguísticos</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">&amp;nbsp;
O presente trabalho tem como objetivo geral apresentar uma proposta didática sobre a reflexão da variável objeto direto de terceira pessoa na modalidade escrita. No que concerne à fundamentação teórica, ancoramos nas pesquisas de Freire (2005), Neiva (2007) e Santana (2016), sobre a abordagem unilateral de algumas gramáticas normativas e perspectivas dicotômicas de alguns professores sobre o fenômeno em questão. Mencionamos também sobre a variabilidade desse fenômeno morfossintático na fala (OMENA, 1978; NEIVA, 2007; CORRÊA, 2014) e escrita (AVERBUG, 2003; FREIRE, 2005; OLIVERA, 2007), sobre alguns condicionamentos linguísticos que influenciam as variantes clítico acusativo e objeto nulo (SANTANA, 2016) e sobre o comportamento dessa variável em diferentes gêneros textuais (SANTANA, PISSURNO E LIMA, 2019). No que diz respeito à metodologia, mencionamos sobre o ensino de gramática em três eixos (VIEIRA, 2017). No que tange às propostas didáticas, apresentamos seis questões acerca da variabilidade do fenômeno em diversos gêneros textuais. Com esta pesquisa, almejamos contribuir para pesquisas futuras propiciarem práticas pedagógicas com o intuito de provocar a reflexão acerca da variabilidade da língua escrita, para que os alunos possam compreender que a modalidade escrita, assim como a fala, também varia em um nível de monitoramento (BORTONI-RICARDO, 2004).</dc:description>
	<dc:publisher xml:lang="pt-BR">Periódicos UPE</dc:publisher>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">Uma abordagem etnoterminológica da visão de mundo dos quilombos urbanos ludovicenses: o léxico do bairro Camboa, São Luís/MA</dc:title>
	<dc:creator>Wanderson Nascimento Moraes</dc:creator>
	<dc:creator>Georgiana Márcia Oliveira Santos</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Camboa</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Quilombolo urbano</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Etnoterminologia</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos Linguísticos</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">&amp;nbsp;
A língua é parte fundamental dos processos de identificação histórica e cultural de uma comunidade, nesse sentido, este trabalho teve como objetivo identificar e analisar as especificidades denominativas e, sobretudo, as semântico-conceptuais constitutivas do léxico utilizado no território quilombola urbano ludovicense denominado Camboa para fins de elaboração de um glossário. Para tanto, esta investigação apoiou-se nos estudos teórico-metodológicos desenvolvidos, principalmente, por Sapir (1921), Hall (2006), Barbosa (2007), Pais e Barbosa (2004), Almeida (2011), Latorre (2013), Santos (2013). O corpus desta investigação foi coletado mediante a realização de entrevistas orais, pautadas em um questionário etnoterminológico, com 3 (três) mulheres e 3 (três) homens moradores do bairro Camboa há, pelo menos, 10 (dez) anos, autodeclarados negros e, sobretudo, participantes ativos de manifestações culturais ou sociais desse bairro. A importância desta pesquisa é marcada pela indiscutível necessidade de estudos, a partir de uma perspectiva etnoterminológica, sobre as realizações semântico-lexicais que constroem e fortalecem os processos identitários de territórios já oficialmente reconhecidos como territórios quilombolas urbanos ludovicenses. É primordial, portanto, reconhecer que investigações como esta promovem o registro das memórias que transitam entre as linhas ancestrais e as linhas descendentes dos moradores da Camboa e viabilizam o resgate de diálogos imprescindíveis para a manutenção, valorização e desmistificação de espaços potencialmente quilombolas urbanos.</dc:description>
	<dc:publisher xml:lang="pt-BR">Periódicos UPE</dc:publisher>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">Bolsocaro: efeitos metafóricos numa imagem de protestos contra o presidente Bolsonaro nas ruas do Bras</dc:title>
	<dc:creator>Maria do Carmo Gomes Pereira Cavalcanti</dc:creator>
	<dc:creator>Dalexon Sérgio da Silva</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Efeitos metafóricos</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Paráfrase</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Polissemia</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos Linguísticos</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">Este artigo analisa uma imagem publicada no site da revista Istoé, acerca dos protestos contra o presidente do Brasil, ocorridos nas ruas do Brasil em 02/10/2021. Assim, a partir da Análise materialista do discurso de vertente pecheuxteana, este trabalho se ancora nas concepções de paráfrase, polissemia, efeitos metafóricos, posição-sujeito e formação discursiva, para analisar a imagem que funciona como materialidade discursiva, por apontar para a historicidade constitutiva na exterioridade, que traz o já-dito e a atualidade da conjuntura brasileira, produzindo deslocamentos, como unidade de sentido em relação à situação analisada.</dc:description>
	<dc:publisher xml:lang="pt-BR">Periódicos UPE</dc:publisher>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">Teatro franco-amazônico – um epítome</dc:title>
	<dc:creator>Silva-Reis, Dennys</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Teatro amazônico</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Dramaturgias negro-amazônicas</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Guiana Francesa</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Literatura</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="en-US">This text is the presentation of initial data on the theater of French Guiana. Here I outline cultural, political-social and identity issues of Franco-Amazonian theater in Latin America with a greater focus on Franco-Guyanese theater. To this end, I present a short historical trajectory of this theater, as well as proposing terminologies for the study of French-Guyanese theatrical production, namely: black theater, French-Amazonian theater and black-Amazonian dramaturgies. Thus, this summary brings together some characteristics, practices, names of theatrical agents and representative dramatic texts in French from thisAmazon region - as will be seen throughout the text and in its annex. It is hoped that this study will be a small introduction to the topic, as well as motivating other studies of French-Amazonian theater.</dc:description>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">Este texto é a apresentação de dados iniciais sobre o teatro da Guiana Francesa. Traço aqui questões culturais, político-sociais e identitárias do teatro franco-amazônico na América Latina com enfoque maior no teatro franco-guianense. Para isso, apresento um pequeno percurso histórico deste teatro, bem como proponho terminologias de estudo da produção teatral franco-guianense, à saber: teatro negro, teatro franco-amazônico e dramaturgias negro-amazônicas. Assim, reúne-se nesta súmula algumas características, práticas, nomes de agentes teatrais e textos dramáticos representativos em língua francesa desta região amazônica- como será possível ver em todo o texto e no seu anexo. Almeja-se que este estudo seja uma pequena introdução ao tema, bem como possa motivar outros estudos do teatro franco-amazônico.</dc:description>
	<dc:publisher xml:lang="pt-BR">Periódicos UPE</dc:publisher>
	<dc:date>2023-11-05</dc:date>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">Sobre reflexões e repúblicas: a tradução do diálogo em drama: About reflections and republics: the translation of dialogue into drama</dc:title>
	<dc:creator>Bylaardt Volker, Camila</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">A Procissão do Sayré</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">A República</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">narrativa</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">drama</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Teatro amazônico</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="en-US">The Sayré procession</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="en-US">The Republic</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="en-US">narrative</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="en-US">drama</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="en-US">



This article analyzes some aspects of A procissão do Sayré, a play by José Paes Loureiro, from 1976, as opposed to the platonic dialogue A República. Starting from a discussion between being and seeming, the theatrical text will be scrutinized in view of some old debates established by Socrates and his interlocutors. While, on one hand, Socrates conducts the debate in the Platonic dialogue and, by listening and questioning his interlocutors, plans an ideal model of the city, on the other hand, Dionysus, faced with the Republic he directs, chooses not to listen to his advisers and become what he wanted to look like. In the background of the scene, the singing of Uirapuru dissolves appearances and tells what was happening. But no one hears his song and the Sayré procession arrives in the Republic, believing that the promised green land is there. With all these elements, the article presents a reading scene: the play, some Greek traditions that it mobilizes, and the status of simple and mixed narratives in Plato and how this reflects in a translation of literary genres.



</dc:description>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">



O presente artigo analisa alguns aspectos de A procissão do Sayré, texto teatral de José Paes Loureiro, de 1976, em contraposição ao diálogo platônico A República. Partindo de uma discussão entre ser e parecer, o texto teatral vai ser perscrutado tendo em vista alguns debates antigos estabelecidos por Sócrates e seus interlocutores. Enquanto, de um lado, Sócrates conduz o debate no diálogo platônico e, ao ouvir e interrogar os seus interlocutores, planeja um modelo ideal de cidade, de outro, Dioniso, diante da República que dirige, escolhe não escutar seus conselheiros e se tornar aquilo que desejava parecer. No fundo da cena, o canto do Uirapuru dissolve as aparências e conta o que estava acontecendo. Mas ninguém ouve o seu canto e a procissão do Sayré chegam à República, acreditando estar ali a terra verde prometida. Equacionando esses elementos, o artigo apresenta um recorte de leitura que privilegia algumas tradições gregas mobilizadas pela peça e a discussão sobre o estatuto das narrativas simples e mista que aparece no texto de Platão. Chegamos, assim, na reflexão sobre a tradução entre gêneros literários, ou em como Loureiro traduz A República em drama.



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	<dc:title xml:lang="en-US">The putrid blood of colonialism: Élie Stephenson’s unpublished play: Tradução da apresentação do volume STEPHENSON, Élie. L’œuvre inédite d’Élie Stephenson (1974-1990). Paris: Karthala, 2018.</dc:title>
	<dc:title xml:lang="pt-BR">O Sangue pútrido do colonialismo: a obra teatral inédita de Élie Stephenson: Tradução da apresentação do volume STEPHENSON, Élie. L’œuvre inédite d’Élie Stephenson (1974-1990). Paris: Karthala, 2018.</dc:title>
	<dc:creator>Biringanine Ndagano</dc:creator>
	<dc:creator>Ielpo, Rodrigo</dc:creator>
	<dc:description xml:lang="en-US">Élie Stephenson, born in Cayenne in 1944, is one of the great Guyanese writers of our time. He published books of the most different genres, producing a work marked by an explicitly political lyricism. In her dramatic work, this trait is revealed through an engaged writing, concerned with the problems arising from the complex relationship between the Guyanese territory, its people and France. This text is a translation of the presentation of Stephenson's unpublished theater plays, published in 2018, written by the critic and professor of Francophone literature Biringanine Ndagano. Author of several books and articles, in his preface, Ndagano addresses different traits of Stephenson's theater, drawing attention, however, to the engaged nature of his work. For this, the critic seeks to put the plays in the volume in question in dialogue with others that had already been published previously, building a kind of guide to all who want to start in the author's theater.</dc:description>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">*N. do T. Esse texto foi publicado originalmente como apresentação do volume STEPHENSON, Élie. L’œuvre inédite d’Élie Stephenson (1974-1990). Paris: Karthala, 2018.
 
Élie Stephenson, nascido em Caiena, em 1944, é um dos grandes escritores guianenses da atualidade. Publicou livros dos mais diferentes gêneros, produzindo uma obra marcada por um lirismo de caráter explicitamente político. Em sua obra dramática, esse traço se revela por meio de uma escrita engajada, preocupada com os problemas oriundos da complexa relação entre o território guianense, seu povo e a França. O presente texto é a tradução da apresentação da obra teatral inédita de Stephenson, publicada em 2018, feita pelo crítico e professor de literatura francófona Biringanine Ndagano. Autor de diversos livros e artigos, em seu prefácio, Ndagano aborda diferentes traços do teatro de Stephenson, chamando atenção, porém, para o caráter engajado do seu trabalho. Para isso, o crítico procura colocar em diálogo as peças do volume em questão com outras que já haviam sido publicadas anteriormente, construindo uma espécie de porta de entrada a todos e todas que queiram se iniciar no teatro desse autor.  </dc:description>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">O comportamento da primeira pessoa do plural no falar culto e no falar popular de Fortaleza-CE: uma análise variacionista</dc:title>
	<dc:creator>Marden Alyson Matos de Araujo</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Variação</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Pronomes nós/ a gente</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Norma popular</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Norma Culta</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos Linguísticos</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">O presente estudo, partindo do arcabouço teórico metodológico utilizado pela Teoria da Variação e da Mudança Linguística, delineado por Weinreich, Labov e Herzog (1968) e por Labov (1997, 2001, 2003), objetiva analisar a variação pronominal de primeira pessoa do plural, nós e a gente, no falar popular e no falar culto de Fortaleza-CE. Para tanto, utilizamos uma amostra composta por 18 informantes provenientes do banco de dados Norma Oral do Português Popular de Fortaleza (NORPOFOR), estratificados de acordo com o sexo/gênero, a faixa etária e a escolaridade; e de outros 18 informantes oriundos do Projeto Português Oral Culto de Fortaleza (PORCUFORT), sendo esses socialmente estratificados de acordo com o sexo/gênero e a faixa etária. Com o auxílio do programa computacional GoldVarb X, analisamos 999 ocorrências de nós e a gente na fala popular; e 607 ocorrências dessas variantes na fala culta dos fortalezenses. Com esse total, verificamos que a variante a gente é utilizada com mais frequência que a forma padrão nós, tanto na fala popular (65,8% e 34,2%, respectivamente), quanto na fala culta (68,4% e 31,6%). Além disso, constatamos que os fatores mais relevantes que condicionam o uso da variante não padrão em nossa amostra foram a referência do pronome (sentido genérico) e a faixa etária (mais jovens).</dc:description>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">A performance do tempo espiralar em “Pássaros da Terra”, de João de Jesus Paes Loureiro</dc:title>
	<dc:creator>Benites, Paulo</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Teatro popular brasileiro</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Teatro espiralar</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Perfomance</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Literatura</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">O presente texto tem como objetivo propor uma leitura da peça Pássaros da Terra, do escritor João de Jesus de Paes Loureiro. A obra em questão está inserida no contexto do teatro popular paraense conhecido como “pássaro junino”, o qual estrutura-se a partir de variações de épocas no modo de representação, sobretudo os efeitos de temporalidades dramatizados na estrutura composicional da peça. De modo específico, este artigo apresenta uma leitura focada na performance do tempo, seguindo a proposição de Peter Szondi, quando este afirma que a linguagem do drama moderno rompe com a unidade do tempo. Se pensarmos a obra de Paes Loureiro na articulação que promove entre o teatro moderno e o teatro popular brasileiro, então é possível ler a peça em questão na encenação do efeito espiralar do tempo.</dc:description>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">As pessoas simples de Odile: voz, corpo e reexistência </dc:title>
	<dc:creator>Aguiar Alves, Vitória Paloma</dc:creator>
	<dc:creator>de Oliveira, Maria Angélica</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">La chanson de Philibert ou Les gens simples</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Corpo-memória</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Práticas de resistência</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="en-US">In this article, we take the theatrical text La chanson de Philibert or Les gens simples, set in the capital of French Guiana, Cayenne, in 1996, by the playwright, director and actress Odile Pedro Léal, with the objective of presenting a reflection about the representation of the simple people announced in the threads of the text, as well as to analyze the constitution of their identity through the body memory that dances. Considering the proposed objectives, our article follows two paths. In the first one, we will direct our attention to the representation of simple people that is evident in the text's strings. In the second, we will investigate how the identity and practices of resistance and reexistence of these simple people are constituted through the body-memory-subject that dances.&amp;nbsp; To do so, we will start from the concepts of representation (HALL, 2016); of coloniality of language (BAPTISTA, 2022; MIGNOLO, 2017); and of the body as a place of memory (MARTINS, 2003; NORA, 1997). Finally, we will present, in the final considerations, the conclusions we reached after reflecting on the warp of this phenomenal play that, as Elie Stephenson warns us, in the preface of this text, is a play that stands against the will to truth that happy people, simple people have no history.
Keywords: La chanson de Philibert or Les gens simples, Body-memory, Practices of resistance.</dc:description>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">Neste artigo, tomamos o texto teatral La chanson de Philibert ou Les gens simples, urdido na capital de Guiana Francesa, Caiena, em 1996, pela dramaturga, diretora e atriz Odile Pedro Léal, com o objetivo de apresentar uma reflexão acerca da representação da gente simples anunciada nas entrelinhas do texto, assim como analisar a constituição de sua identidade através do corpo memória que dança. Considerando os objetivos propostos, nosso artigo segue dois caminhos. No primeiro, direcionaremos nosso olhar à representação da gente simples que se evidencia nos fios do texto. No segundo, investigaremos como se constitui a identidade e práticas de resistência e de reexistência dessa gente simples a partir do corpo-sujeito-memória que dança.&amp;nbsp; Para tanto, partiremos dos conceitos de representação (HALL, 2016); de colonialidade da linguagem (BAPTISTA, 2022; MIGNOLO, 2017); e do corpo como lugar de memória (MARTINS, 2003; NORA, 1997). Por fim, apresentaremos, nas considerações finais, as conclusões a que chegamos após refletirmos sobre a urdidura dessa peça que, segundo nos adverte Elie Stephenson, no prefácio desse texto, se situa na contramão da vontade de verdade de que as pessoas felizes, as pessoas simples não têm história.&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;
Palavras-chave: La chanson de Philibert ou Les gens simples, Corpo-memória, Práticas de resistência.</dc:description>
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	<dc:title xml:lang="en-US">Amazonian Drama: An Analysis of L'autre côté du fleuve by Jacques Sabatier</dc:title>
	<dc:title xml:lang="pt-BR">Drama amazônico:  Uma Análise de L'autre côté du fleuve de Jacques Sabatier</dc:title>
	<dc:creator>Azevedo Jochimsen, Paola Karyne</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Teatro da Guiana Francesa</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Dramaturgia Amazônica</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">L’autre côté du Fleuve</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">, Jacques Sabatier</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Teatro amazônico</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Guiana Francesa</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="en-US">French Guiana Theater</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="en-US">Amazonian Dramaturgy</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="en-US">L’autre côté du fleuve</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="en-US">Jacques Sabatier</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="en-US">Amazonian theater</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="en-US">French Guiana</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="en-US">The theater of French Guiana, despite being a rich source of expression and social criticism, remains largely unknown in the Lusophone context, due to the lack of translations and dissemination of these works. Set in the complex Amazonian landscape, this theater addresses issues deeply rooted in the region, such as the search for a Guianese identity, illegal exploitation of natural resources, immigration, violence, and the struggle for survival. The plays serve as a stage for resistance and social criticism, exposing the disparities and conflicts in the region. This study aims to analyze the play L'autre côté du fleuve (2019) by Jacques Sabatier, a work that embodies these themes. The Amazonian dramaturgy of French Guiana, although little known, has immense potential to shed light on social issues that provide a unique insight into life in this region.</dc:description>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">O teatro da Guiana Francesa, apesar de ser uma rica fonte de expressão e crítica social, permanece amplamente desconhecido no contexto lusófono, devido à escassez de traduções e divulgações dessas obras. Situado na complexa paisagem Amazônica, este teatro aborda questões profundamente enraizadas na região, como a busca de uma identidade guianense, exploração ilegal de recursos naturais, a imigração, a violência e a luta pela sobrevivência. As peças servem como palco para a resistência e a crítica social, expondo as disparidades e conflitos da região. Este trabalho propõe-se a analisar a peça L'autre côté du fleuve (2019) de Jacques Sabatier, uma obra que personifica esses temas. A dramaturgia amazônica da Guiana Francesa, embora pouco conhecida, possui um imenso potencial para lançar luz sobre questões sociais que fornecem uma visão única sobre a vida nessa região.</dc:description>
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	<dc:title xml:lang="en-US">Ramon Stegmann and his Amazonian dramaturgy</dc:title>
	<dc:title xml:lang="pt-BR">Ramon Stergmann e sua dramaturgia amazônida</dc:title>
	<dc:creator>Bene Martins</dc:creator>
	<dc:creator>Soares, Mailson</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Dramaturgia amazônida; Ramon Stergmann; Cultura.</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Dramaturgia amazônida; Ramon Stergmann; Cultura</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="en-US">Amazon dramaturgy; Ramon Stegmann; culture</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="en-US">This article will deal with the playwright from Pará Ramon Stergmann (1943-2008). Through excerpts from his work and a brief biography, we intend to present this author and the way he approached the Amazonian man and his culture in his plays, specifically, in the theater produced by him in Belém do Pará in the 70s, 80s and 90s of the twentieth century. Thus, the study will advance by exchanging historical questions, from the writings of Salles (1994) and his notes on theater in Pará; cultural, from the perspectives of Loureiro (2000) and Souza (2005), about the Amazonian culture; and dramaturgical, through the contributions of Pallottini (1988), Pavis (2008) and Freitas (2017), among other authors, thus highlighting the dramaturgical writing of Ramon Stergmann, based on what he experienced/learned of his reality as a man and artist who lived his time intensely.</dc:description>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">Este artigo versará sobre o dramaturgo paraense Ramon Stergmann (1943-2008). Por meio de trechos de sua obra e breve biografia, pretendemos apresentar este autor e a maneira como abordou em suas peças teatrais o homem amazônida e sua cultura, em específico, no teatro produzido por ele em Belém do Pará nas décadas de 70, 80 e 90 do século XX. Assim, o estudo avançará intercambiando questões históricas, a partir dos escritos de Salles (1994) e seus apontamentos sobre o teatro no Pará; culturais, sob as perspectivas de Loureiro (2000) e Souza (2005), acerca da cultura amazônica; e dramatúrgicas, através das contribuições de Pallottini (1988), Pavis (2008) e Freitas (2017), dentre outros autores, destacando, assim, a escrita dramatúrgica de Ramon Stergmann, a partir do que vivenciou/apreendeu de sua realidade enquanto homem e artista que viveu intensamente seu tempo.</dc:description>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">POTÊNCIAS DO TEXTO TEATRAL AMAZÔNICO</dc:title>
	<dc:creator>Silva-Reis, Dennys</dc:creator>
	<dc:creator>Ielpo, Rodrigo</dc:creator>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">Apresentação ao dossiê POTÊNCIAS DO TEXTO TEATRAL AMAZÔNICO.</dc:description>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">Gradação e transbordamento do desejo em La orgía, de Enrique Buenaventura</dc:title>
	<dc:creator>Alves, Wanderlan</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">La orgía</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Enrique Buenaventura</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">teatro colombiano</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Teatro de Transformação Social</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">desejo</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="en-US">The Orgy</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="en-US">Enrique Buenaventura</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="en-US">Colombian Theater</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="en-US">Theater for Social Change</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="en-US">desire</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="en-US">In this article I propose a reading of the short play The Orgy, by the Colombian theater practioner Enrique Buenaventura, in order to discuss the way in which certain relations among subject, ritual and work are articulated, and its gradual formal construction, at the same time that these elements are destabilized face the anarchical emergence or a real orgy, in the literary-dramaturgic text of the play. Thus, through successive inversions and contrasts (among characters and temporalities) that happen, the potentiality of desire dismantles illusions created around an alienated (individual and cultural) memory that attempts to take control everyone in the plot. These artifices reveal the opacity of the representation of that memory from language games, scenic performance and playing, resources which put in tension subjects and non-subjects in the representation, besides promoting an overflow of the order and meanings of scenic virtuality.</dc:description>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">Neste artigo, proponho uma leitura da peça curta La orgía, do dramaturgo colombiano Enrique Buenaventura, para discutir sua configuração formal gradativa e os modos como certas relações entre sujeito, ritual e trabalho se articulam e, ao mesmo tempo, se desestabilizam ante a emergência anárquica de uma verdadeira orgia, no texto literário-dramatúrgico da peça. Desse modo, opera-se uma sucessão de inversões e contrastes (entre personagens e temporalidades) por meio das quais a potência do desejo desmonta as ilusões criadas ao redor de uma memória (individual e cultural) alienada que procura controlar a todos na trama. Essas operações desmascaram a opacidade da representação dessa memória a partir de jogos de linguagem, de certa performance cênica e do brincar, recursos que colocam em tensão os sujeitos e não sujeitos em cena e promovem um transbordamento da ordem e dos sentidos da virtualidade cênica.</dc:description>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">Eloïse - pela tomada de consciência</dc:title>
	<dc:creator>Antunes Ribeiro, Larissa de Cássia</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Personagem</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Teatro</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Consciência</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Literatura da Guiana Francesa</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="en-US">Personagem. Teatro. Consciência.</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="en-US">Eloïse (1994) is a very thought-provoking piece, as at the same time that it explores Guyanese culture, it questions European culture. Between countries: developed and underdeveloped, many illusions are woven and human consciousness itself seems confused. The work explores the reflections of the characters, especially the Creole women who share the same dream: marrying a white man and going to live in France. However, they do not realize that when they set foot in Europe, they will suffer discrimination and will not change their social condition. The present work aims to explore the outbursts of reflection of each of these women. To this end, we resort to the considerations of Prado (1998) and Uberfeld (1996), who reflect on the character in the theatrical genre, and the notes of Pruner (2009) who analyzes the structure of the genre in question.</dc:description>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">Eloïse (1994) é uma peça bastante instigante, pois ao mesmo tempo que explora a cultura guianense coloca em questionamento a cultura europeia. Entre os países: desenvolvidos e subdesenvolvidos, muitas ilusões são tecidas e a própria consciência humana parece aturdida. A obra explora as reflexões das personagens, em especial, das mulheres crioulas que partilham de um mesmo sonho: casar-se com um branco e ir morar na França. Porém, elas não percebem que ao pisarem na Europa, sofrerão discriminação e não mudarão a  sua condição social. O presente trabalho tem como objetivo explorar os arroubos de reflexão de cada uma dessas mulheres. Para tanto, recorre-se às considerações de Prado (1998) e Uberfeld (1996), que refletem a respeito da personagem no gênero teatral, e aos apontamentos de Pruner (2009) o qual analisa a estrutura do gênero em questão.</dc:description>
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	<dc:source xml:lang="en-US">Revista Falange Miúda; Vol. 8 No. 2 (2023): Dossiê Temático - Potências do texto teatral amazônico ; 88-99</dc:source>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">Expediente </dc:title>
	<dc:creator>Sene, Prof. Dr. Marcus  Garcia de</dc:creator>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">Léxico roraimense nas redes sociais: um estudo da conta @kabocando no Instagram</dc:title>
	<dc:creator>Natamy da Silva Cruz</dc:creator>
	<dc:creator>Eliabe dos Santos Procópio</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Português de Roraima</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Léxico</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Redes sociais.</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos Linguísticos</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">Nas redes sociais, é comum que páginas de humor usem elementos culturais de uma dada região para se promover, gerando conteúdo e engajamento por parte de seus seguidores. Nessa tarefa, o léxico desempenha uma função importante no processo de identificação social dos interlocutores. Este artigo objetiva identificar o léxico apresentado pela página virtual @Kabocando como regional e caracterizá-lo em sua composição semântico-estrutural e valor discursivo. A metodologia consiste em seleção das postagens (memes) da referida página, em específico aquelas com material verbal, publicadas nos últimos 2 anos; e extração das lexias consideradas regionais pelo método da introspecção e leitura das reações dos seguidores (curtidas, comentários e compartilhamentos). Os resultados indicam a ocorrência de 22 itens léxicos como regionais e o uso do discurso humorístico como estratégia discursiva de identificação entre os interlocutores, que reagem mais àquilo que eles veem como sendo roraimense, principalmente porque evocam situações tipificadas.</dc:description>
	<dc:publisher xml:lang="pt-BR">Periódicos UPE</dc:publisher>
	<dc:date>2023-11-10</dc:date>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">Bilinguismo para o bem-estar das pessoas mais velhas e o francês como área de atuação</dc:title>
	<dc:creator>Gabriella Thome</dc:creator>
	<dc:creator>Ysaévanne Victória Santos Feitoza</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">bilinguismo</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">francês</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">idosos</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos Linguísticos</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">O objetivo deste artigo é revelar a existência de uma demanda de aulas de francês pelo público da terceira idade e, consequentemente, despertar nos licenciandos do curso investimento neste nicho de mercado. A pesquisa contou com a participação de 78 pessoas entre 10 a 75 anos que responderam a um questionário aplicado através do Google Forms. Dos resultados obtidos, destacamos que as mulheres se mostram mais motivadas que os homens diante da possibilidade de aprender a língua francesa em sua grande parte por razões estéticas. Considerando a inclinação dos participantes ao aprendizado de francês e dados sobre a realidade brasileira, como aumento da expectativa de vida e prolongamento da vida ativa. Ao final, propomos a criação de cursos que capacitem profissionais a atenderem esse potencial público consumidor</dc:description>
	<dc:publisher xml:lang="pt-BR">Periódicos UPE</dc:publisher>
	<dc:date>2023-11-10</dc:date>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">As semelhanças e diferenças entre a conceituação de Sequência Didática e Unidade Didática</dc:title>
	<dc:creator>Mirella Nunes Giracca</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Sequência didática</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">unidade didática</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">metodologias de ensino</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos Linguísticos</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">Uma das temáticas apresentadas na primeira Jornada Acadêmica de Tradução e Línguas Estrangeiras da Região Norte (I JATLEN) abordou o “Panorama da prática tradutória e formação de professores/tradutores”. Dentro desse painel, o último assunto exposto foi sobre possíveis metodologias de ensino de línguas e de tradução. Com base nesse referido painel, o objetivo deste trabalho é elucidar as semelhanças e diferenças entre as metodologias Sequência Didática (SD) e Unidade Didática (UD), por entendermos que são duas abordagens possíveis de serem aplicadas em sala de aula, seja para o ensino de línguas, seja para o ensino ou uso de tradução em sala de aula. Dessa forma, neste artigo fazemos uma breve apresentação sobre SD e UD a partir dos teóricos Hurtado Albir (2015), Vasconcellos, Espindola e Gysel (2017), e Dolz, Noverraz e Schneuwly (2004). Como resultado, mostramos que as metodologias aqui descritas apresentam elementos comuns, com propostas ordenadas e que possuem uma estrutura-base: tanto o professor quanto o aluno acompanham o desenvolvimento e a evolução na aprendizagem. Todavia, cada uma possui características específicas – por exemplo, os gêneros textuais são dominados por meio da aplicação da SD, enquanto o objetivo da UD é desenvolver o aprendizado das tipologias textuais.</dc:description>
	<dc:publisher xml:lang="pt-BR">Periódicos UPE</dc:publisher>
	<dc:date>2023-11-10</dc:date>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">Implicaciones para la enseñanza del español en el currículo brasileño: un análisis del documento curricular de Roraima</dc:title>
	<dc:creator>Gilsiney de Queiroz Valente</dc:creator>
	<dc:creator>Fabricio Paiva Mota</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Lengua española</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Currículo brasileño</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Roraima</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos Linguísticos</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">El objetivo de este trabajo fue realizar una búsqueda bibliográfica y documental sobre la enseñanza de lengua extranjera en el currículo brasileño y sus implicaciones para la enseñanza del español en el contexto de Roraima. Para ello, se delinearon los siguientes objetivos específicos: 1) esbozar un breve histórico de la inclusión del español en el currículo brasileño; 2) analizar los documentos curriculares relacionados con la enseñanza de idiomas en Roraima; y 3) concretar las preguntas sobre la creación de la Ley 13.415/2017. Es una investigación bibliográfica y documental, de carácter cualitativo. La investigación permitió comprender las relaciones entre las representaciones de la norma lingüística y las elecciones pedagógicas y didácticas, explícitas o implícitas, que se realizan en la enseñanza de la lengua española en Roraima. Esta reflexión sobre el contacto cultural en las clases de español mostró interés en el entendimiento mutuo entre individuos de diferentes culturas pedagógicas y lingüísticas, en estructuras multiculturales y en el entendimiento de los mecanismos por los cuales la interacción pedagógica es posible en las zonas fronterizas de ese Estado.</dc:description>
	<dc:publisher xml:lang="pt-BR">Periódicos UPE</dc:publisher>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">AMOSSY, Ruth. A Argumentação no Discurso. São Paulo: Contexto, 2020.</dc:title>
	<dc:creator>ADRIELE BARBOSA SANTOS</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Análise do discurso</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos Linguísticos</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">Trata-se de um estudo empírico sobre o princípio da argumentatividade que atravessa o discurso em seu conjunto, assim como integra as novidades mais marcantes no domínio da retórica e das teorias da argumentação, em paralelo com a Análise do discurso.</dc:description>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">Guimarães, Eduardo. A História da Gramática no Brasil. São Paulo: Blucher, 2016.</dc:title>
	<dc:creator>ALEXANDRE LANA LINS PEIXOTO</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">variação linguística</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">historiografia linguística</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">gramática</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">mudanças linguísticas</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos Linguísticos</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">Resenha do capítulo 02, do livro &quot; Rumos da Linguística Brasileira no século XXI, cujo título é &quot;A História da Gramática do Brasil&quot;, de autoria do professor Eduardo Guimarães.&amp;nbsp;O capítulo em questão foi proposto para reflexão no âmbito do grupo de pesquisa “Diversidade linguística, avaliação subjetiva e respeito linguístico” (Div.AR), projeto financiado pelo Centro Universitário Newton Paiva (CNP) bem como da disciplina de Laboratório de Aprendizagem I cujo foco recaiu sobre discussões concernentes a variação e normas linguísticas.</dc:description>
	<dc:publisher xml:lang="pt-BR">Periódicos UPE</dc:publisher>
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	<dc:source xml:lang="en-US">Revista Falange Miúda; Vol. 7 No. 2 (2022): Estudos Linguísticos e Literários; 94-96</dc:source>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">O JARDIM DE ALICE, O PRÉDIO DE SOPHIA, AS CRÔNICAS DO PEIXEIRO: uma análise do romance de Luiza F de Camargo Pacheco</dc:title>
	<dc:creator>Pimenta Júnior, Pedro Borges</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Luiza F. de Camargo Pacheco.</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Sophia Hayden.</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Romance.</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Literatura de autoria feminina.</dc:subject>
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	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos literários</dc:subject>
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	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Literatura de autoria feminina</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Crônica</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">O romance Alice, de Luiza F. de Camargo Pacheco, publicado em Campinas – SP, em 1903, ajuda a retratar as dificuldades encontradas por mulheres em busca de legitimação como escritoras. Essas dificuldades são representadas ficcionalmente a partir da comparação entre dois espaços de intervenção humana: o jardim oferecido pelo esposo da protagonista como presente de casamento e um edifício projetado pela arquiteta chileno-estadunidense Sophia Hayden, para a Exposição de Chicago (1893). Na obra, o jardim evoca as convenções sociais que prendiam a mulher ao espaço doméstico, e o prédio de Hayden mostra a capacidade criadora da inteligência feminina atuando em contextos até então exclusivamente masculinos. Contudo, embora a narrativa de Pacheco teça loas à capacidade da mulher, este trabalho tensiona a visão da autora comparando a recepção preconceituosa do trabalho de Hayden em crônicas publicadas no jornal Correio Paulistano, no mesmo ano de realização do evento. Nesse sentido, a partir de revisão bibliográfica e pesquisa em periódicos da época, este trabalho tem por objetivo analisar como esses dois ambientes, respectivamente e em contraste, figuram os espaços sociais tradicionalmente atribuídos às mulheres brasileiras no século XIX (a casa, o jardim, o convento) e aqueles que a luta de emancipação feminina foi historicamente conquistando (o escritório, a engenharia, a literatura). Para tanto, recorreu-se aos estudos de Araújo (2000), Bianco (2012), Bourdieu (2012), Lima (2014), Muzart (1995), Nader (2001), Rebello (2015), entre outros.</dc:description>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">Aktionsart e morfologia distribuída: sufixos iterativos no português do brasil</dc:title>
	<dc:creator>MATHEUS GOMES ALVES</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Aktionsart</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Morfologia Distribuída</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Iteratividade</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Sufixos</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">português do Brasil</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos Linguísticos</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">O presente trabalho adota os pressupostos da Morfologia Distribuída (HALLE &amp;amp; MARANTZ, 1993; MARANTZ, 1997; HARLEY &amp;amp; NOYER, 1999; EMBICK, 2000) referentes à inserção tardia de itens vocabulares, à subespecificação de expressões fonológicas quanto às posições sintáticas e ao acesso da hierarquia e de processos sintáticos ao “léxico” na derivação. Adotase, também, o pressuposto referente à existência de restrições aspectuais por parte de raízes na adjunção a certos morfemas categorizadores (OLIVEIRA, 2008). O objetivo geral deste trabalho é contribuir para a descrição da iteratividade nas línguas naturais. Os objetivos específicos são: a) averiguar a pertinência da postulação (CUNHA &amp;amp; CINTRA, 2013) de uma especialização frequentativa aos sufixos “-icar”, “-itar”, “-ilhar”, “-inhar” e “-iscar” e b) investigar os contextos de ocorrência de tais sufixos no português do Brasil. As hipóteses deste trabalho são: a) os sufixos sob análise são especificados para o traço [+iterativo] e b) há restrições aspectuais quanto ao aktionsart da raiz adjungida a tais sufixos. Os dados analisados foram retirados de dicionários e foram expostos informalmente a julgamentos de aceitabilidade por falantes nativos. Os resultados deste trabalho sugerem que tais sufixos são especificados para o traço de iteratividade. Além disso, há restrições quanto ao aktionsart das raízes, de forma que raízes télicas (achievement e accomplishments) prototipicamente se combinam com tais sufixos.</dc:description>
	<dc:publisher xml:lang="pt-BR">Periódicos UPE</dc:publisher>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">Oitchenta – Empréstimo e variação lexical no português de Roraima</dc:title>
	<dc:creator>ELIABE PROCÓPIO</dc:creator>
	<dc:creator>AYANE CAMILA DE ARAÚJO SILVA</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Neologismo</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">variação lexical</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">português de Roraima</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos Linguísticos</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">Esta pesquisa analisa a palavra ‘oitchenta’ como um neologismo do tipo empréstimo e uma variação lexical dentro do português de Roraima. Esse empréstimo vocabular surge do contato linguístico entre os falantes do português (os roraimenses) e do espanhol (os imigrantes venezuelanos), no estado de Roraima. Os dados desta pesquisa foram coletados no meio virtual e na modalidade escrita da língua, pesquisando-se em textos jornalísticos, acadêmicos e postagens de redes sociais. A análise indica que o neologismo surge de uma transferência do espanhol para o português (otchenta &amp;gt; oitchenta), que depois passa por um processo de difusão semântica, o da criação léxica pela metonímia conceitual (otchenta: de número a não número). Sua entrada no português envolve os processos de code-switching e code-mixing, que são as instabilidades gráficas e formais típicas do processo neológico. No geral, a palavra emprestada apresenta um uso neutro no meio jornalístico. Nas redes sociais, contudo, a palavra está atrelada a um discurso xenofóbico e preconceituoso – esses dados foram descartados da pesquisa para que não fosse reproduzido esse tipo de posicionamento aviltante. A novidade neológica ‘oitchenta’ é o retrato de uma nova realidade social, que é a prostituição de imigrantes venezuelanas.</dc:description>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">A criança com Autismo na visão de uma equipe escolar: estudos linguísticodiscursivos</dc:title>
	<dc:creator>RAFAELLY FERREIRA BEZERRA</dc:creator>
	<dc:creator>WILDER KLEBER FERNANDES DE SANTANA</dc:creator>
	<dc:creator>EDUARDO DIAS DA SILVA</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos linguístico-discursivos</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Autismo</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Práticas Pedagógicas</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos Linguísticos</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">Esta pesquisa delimitou como objetivo realizar um estudo linguístico-discursivo sobre o Autismo, no que tange a processos de ensino e aprendizagem da criança. Para subsidiar nossa pesquisa, ancoramo-nos em concepções psicopedagógicas (CUNHA, 2010; OLIVIER, 2011; GOMEZ, 2014) e discursivas (VOLÓCHINOV, 2017; BAKHTIN, 2006), dentre outros. Na pesquisa de campo foi aplicado questionário semiestruturado aos profissionais em uma escola da rede privada do município de Aliança-PE/Brasil, que contém criança com Autismo em sua Instituição. Quanto à estruturação, o presente manuscrito está dividido em 3 seções. Após a Introdução, segue a seção 2), intitulada Processos de ensino e aprendizagem do aluno com autismo em sala de aula: estudos linguísticos, na qual se discute teoricamente sobre o aluno com Transtorno do Espectro Autista (TEA). A seção 3) Análise linguístico-discursiva da compreensão de Autismo por gestora, coordenador e professora circunscreve a análise dos dados, cujos fundamentos para constatação da compreensão discursiva se efetivam sob os óculos da Análise Dialógica do Discurso.</dc:description>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">Livro didático: análise dialógica das capas do projeto integrador</dc:title>
	<dc:creator>ANDERSON CRISTIANO DA SILVA</dc:creator>
	<dc:creator>MARIA APARECIDA MARFORI DA SILVA</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Livro didático</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">projeto integrador</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">análise dialógica.</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos Linguísticos</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">Esta investigação problematiza as relações dialógicas existentes entre as capas dos livros didáticos do Projeto Integrador – área de Linguagens, evidenciando os pontos de consonância e dissonância, bem como a relação com os diversos documentos educacionais parametrizadores. Com isso, justifica-se esta pesquisa pela atual mudança no Programa Nacional do Livro Didático para o Ensino Médio, entre as quais a inserção dos livros do Projeto Integrador para a escolha das escolas públicas. No mais, esta investigação tem como arcabouço teóricometodológico as contribuições da Análise Dialógica do Discurso (ADD), na qual elencamos como categorias de análise o enunciado concreto e as relações dialógicas. Em termos organizacionais, este trabalho divide-se em três momentos: a) apresentação do novo Programa Nacional do Livro Didático (PNLD), no qual iremos nos debruçar a respeito do edital, do Guia do Programa Nacional do Livro Didático Digital e outros documentos relacionados ao engendramento do corpus; b) síntese do aporte teórico, apresentando os conceitos-chave para as leituras e discussões; c) análise contrastiva das capas elencadas, tendo como base o viés dialógico da linguagem. Em nossas considerações finais, os elementos das capas analisadas foram organizados de maneira a persuadir e à indução da escolha, enunciando relações dialógicas consonantes aos documentos educacionais em vigência.</dc:description>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">O resgate poético da ancestralidade indígena em Eu sou macuxi e outras histórias de Julie Dorrico</dc:title>
	<dc:creator>FLÁVIA DA SILVA RIOS</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Literatura indígena</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Autoria Feminina</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos literários</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">Resenha do livro:
DORRICO, Julie.&amp;nbsp;Eu sou macuxi e outras histórias.&amp;nbsp;Ibirité/MG: Caos e Letras, 2019.</dc:description>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">Glaxo, de Hernán Ronsino</dc:title>
	<dc:creator>MURILO EDUARDO DOS REIS</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Hernán Ronsino</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Narrativa</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Novela.</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos literários</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">O objeto desta resenha é a obra&amp;nbsp;Glaxo&amp;nbsp;(2017), de Hernán Ronsino. O objetivo é verificar como, visando efeitos estéticos, o escritor argentino utiliza linguagem dotada de períodos breves e cirúrgicos na composição de uma novela narrada por quatro personagens, indivíduos que tiverem suas vidas afetadas por uma história de traição e que as relatam de maneiras diferentes. Para que tal desígnio seja cumprido, o percurso metodológico se vale da apropriação seletiva de ensaios sobre aspectos estruturais das narrativas. Assim, tomamos como apoio textos de autores como Paulo Rónai (2009), Antonio Candido (2017), Gérard Genette ([197-]) e Ricardo Piglia (2004). Ao final, espera-se demonstrar como a sintaxe redonda e carregada de lacunas de Ronsino interage de maneira orgânica com uma brutalidade reprimida que explode em poucos e marcantes momentos.</dc:description>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">A idiossincrasia do homem do interior em narrativas de crime</dc:title>
	<dc:creator>Simone Beatriz Cordeiro Ribeiro</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Narrativas de enigma</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Ayala Gauna</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Paródia</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Don Frutos Gómez</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Idiossincrasia</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Insólito</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos Linguísticos</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">O escritor correntino Velmiro Ayala Gauna faz uma paródia do modelo clássico de literatura policial ao transferir o ambiente urbano, rico e culto das narrativas de crime, da era do Grande Detetive, para o ambiente rural, sofrido e inculto de Capibara-Cué, cuja sátira é intensificada com os métodos peculiares e com a figura oposta do detetive tradicional, representado, em suas narrativas, com uma linguagem inculta e como um assalariado que cumpre ordens de seus superiores. Contudo, apesar destas controvérsias, Don Frutos Gómez sempre atinge o seu objetivo que consiste em descobrir o culpado. Sendo assim, a partir de ápices da literatura policial, com foco nas narrativas de enigma (Pontes, 2007; Nunes, 2014; Braceras, Leytour e Pittella 1986), analisa-se, neste artigo, o conto “La justicia de Don Frutos”, de Ayala Gauna.</dc:description>
	<dc:publisher xml:lang="pt-BR">Periódicos UPE</dc:publisher>
	<dc:date>2023-11-30</dc:date>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">Infâncias roubadas nas vozes que se calam: uma leitura do conto de fadas “Pele de Asno” [s.d.] contrapondo ao miniconto “Cicatriz” (2015)</dc:title>
	<dc:creator>Juliane Della Méa</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Infância</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Família</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Violência.</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos literários</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">Este estudo aborda a representação literária da violência infantil, procurando identificar os tipos de violência a que é submetida a criança e que estão problematizados ou abordados em narrativas literárias destinadas tanto ao público adulto quanto infantil. Estabelece-se, no processo de interpretação dos textos, uma inter-relação entre arte e sociedade, a fim de promover o aprofundamento de questões relativas ao tema e de ressaltar as semelhanças e diferenças entre as diversas formas de narrar e representar a violência infantil. Para isso, são examinados objetos artísticos produzidos em contextos socioculturais distantes de modo a analisar a violência contra a criança e a postura desta nas narrativas. Para desenvolver esta proposta, foi adotada a pesquisa bibliográfica e o método comparatista da Literatura Comparada, que fundamenta o cotejo de narrativas produzidas em épocas distintas. O estudo será amparado teoricamente em proposições de Henry Remak (1994), comparatista americano, Sigmund Schlomo Freud (1905), Antonio Cândido (2000), dentre outros. A análise comparatista envolve o exame de dois objetos literários: um conto de fadas e um miniconto. Para isso, são cotejados o conto “Pele de Asno”, do escritor francês Charles Perrault, e o miniconto “Cicatriz”, de Flora Medeiros, textos que espelham a sexualidade, especificamente a questão do incesto. Sob olhar reflexivo acerca das narrativas e levando em consideração o impacto da violência estrutural e conjuntural nas relações interpessoais e sociais, a qual interfere na configuração dos textos literários, constata-se que as duas narrativas, em termos estéticos e conteudísticos, problematizam a violência contra a criança e expressam um valor social por possibilitar a ampliação da quebra do silêncio na literatura ao tratar de abusos corporais e psíquicos projetados na infância, dando, assim, representatividade à infância roubada e aos sujeitos-crianças cujas histórias são repletas de práticas de violência.</dc:description>
	<dc:publisher xml:lang="pt-BR">Periódicos UPE</dc:publisher>
	<dc:date>2023-11-30</dc:date>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">Religião e literatura: considerações sobre o sagrado em o nosso reino</dc:title>
	<dc:creator>Taynara Ribeiro Pessoa</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Teoria Literária</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">crítica literária</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">sagrado</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">teopoética</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos literários</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">Este trabalho apresenta questões sobre a imbricação entre o universo da religião e da literatura na obra o nosso reino do autor Valter Hugo Mãe. Para tanto, o objetivo é demonstrar como a prosa-poética do autor nos permite refletir sobre a nossa experiência diante do sagrado, devido a sua construção estética e temática. Ademais, essa perspectiva é acrescida de uma análise comparada da obra com o Livro de Jó bíblico, devido à clara intertextualidade presente entre as obras. Por fim, é importante dizer que a metodologia de análise utilizada teve seu embasamento na perspectiva da hermenêutica ricoeuriana.</dc:description>
	<dc:publisher xml:lang="pt-BR">Periódicos UPE</dc:publisher>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">Saber e sentir, saber sentir: linguagens literárias na autoria feminina medieval</dc:title>
	<dc:creator>Maria Letícia Macêdo Bezerra</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Literatura medieval</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">autoria feminina</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">linguagem do corpo</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos literários</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">Este artigo tem como objeto de estudo a escrita de algumas mulheres na IdadeMédia partindo da análise da presença de uma linguagem corporal, erótica eclamadora. A pesquisa se realizou a partir da vida e produção literária dasescritoras medievais: Hildegard de Bingen, Rosvita de Gandersheim, Christinede Pizan e Hafsa bint al-Hajj, baseando-se em Régnier-Bohler (1993); ElizabethGrosz (2015); Virginia Woolf (2014), dentre outras/os. O resultado obtido foi oencontro de traços comuns entre as escritas destas autoras, que compartilhamtambém a revelação e marca de experiências pessoais na linguagem corporal.</dc:description>
	<dc:publisher xml:lang="pt-BR">Periódicos UPE</dc:publisher>
	<dc:date>2023-11-30</dc:date>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">Sobre a Glória de si: masculinidade e branquitude no conto Maria Cora, de Machado de Assis</dc:title>
	<dc:creator>José Victor Nunes Mariano</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Machado de Assis</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">branquitude</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">masculinidade</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos literários</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">O presente artigo intenta, a partir dos trabalhos de R.W Connell e Joane Nagel, uma análise do conto Maria Cora, de Machado de Assis, do livro Relíquias da casa velha, publicado em 1906, com o objetivo de identificar as relações existentes entre a masculinidade hegemônica de fins do século XIX e as relações de poder, interseccionadas aos eixos de gênero/sexualidade, raça e classe, existentes na sociedade brasileira da época. Para isso analisarei, primeiramente, os recursos formais do conto, levando em conta o foco narrativo da obra, para posteriormente identificar como a masculinidade emulada vincula-se às elites brasileiras, ao projeto eurocêntrico de nação futura (que possui o branqueamento racial, a hierarquia de gênero e o agenciamento do desejo como traços estruturantes fundamentais) e à branquitude enquanto espaço ideológico de poder, conforme conceitualizado pela pesquisadora Lia Vainer Schucman.</dc:description>
	<dc:publisher xml:lang="pt-BR">Periódicos UPE</dc:publisher>
	<dc:date>2023-11-30</dc:date>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">A representação do ethos do proprietário em São Bernardo, de Graciliano Ramos</dc:title>
	<dc:creator>Helton Marques</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Paulo Honório</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">ethos do proprietário</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">São Bernardo</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos literários</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">São Bernardo (1934), de Graciliano Ramos, é considerado pela crítica literária um romance de grande densidade psicológica, pois o narrador protagonista, Paulo Honório, após o suicídio de Madalena, sua esposa, mergulha nas lembranças de um passado recente, que revela a construção de seu ethos de proprietário, em um contexto de ascensão e decadência de sua propriedade, a fazenda São Bernardo. Tendo isso em vista, o principal objetivo deste artigo é analisar a trajetória de Paulo Honório, tanto no tempo do enunciado (protagonista), como no tempo da enunciação (narrador), destacando os traços que constituem seu ethos, não apenas a partir de uma acepção mais imediata, ou seja, da ideia de lugar social e caráter; mas, principalmente, a partir de um referencial teórico amparado nos pressupostos da Análise do Discurso de linha francesa, sobretudo em algumas ideias de Dominique Maingueneau</dc:description>
	<dc:publisher xml:lang="pt-BR">Periódicos UPE</dc:publisher>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">Eugène de Rastignac e a lição de Teodoro: “Nunca mates o Mandarim”</dc:title>
	<dc:creator>Jean Carlos Carniel</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Mandarim assassinado</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">O pai Goriot</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Balzac</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Eça de Queirós.</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos literários</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">Objetiva-se analisar o romance O pai Goriot (1835), de Honoré de Balzac, e o conto “O mandarim” (1880), de Eça de Queirós. As duas narrativas apresentam versões do motivo literário conhecido como “mandarim assassinado” ou “paradoxo do mandarim”, bastante utilizado no século XIX. Almeja-se comparar como esse tema é representado nos dois textos, apoiando-se sobretudo nas considerações de Martins (1963-1964) e de Berrini (1992). Apesar dos diferentes tratamentos, conclui-se que os dois escritores inserem esse tema para abordar, entre outros assuntos, sobre a ambição social dos personagens, a saber, Eugène de Rastignac, no romance balzaquiano, e Teodoro, no conto queirosiano.</dc:description>
	<dc:publisher xml:lang="pt-BR">Periódicos UPE</dc:publisher>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">As violências sexuais: o estupro como uma dor recorrente nas escrevivências de Conceição Evaristo</dc:title>
	<dc:creator>Celiomar Porfírio Ramos</dc:creator>
	<dc:creator>Rosineia da Silva Ferreira</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Violência</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estupro</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Escrevivência</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Conceição Evaristo.</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos literários</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">Este trabalho realiza um estudo acerca das violências sexuais, dando ênfase ao estupro como um elemento recorrente nas escrevivências da escritora afrobrasileira Conceição Evaristo. Buscou-se mapear em sua produção literária – contos, romances e poemas – as personagens vítimas dessa violência e, para refletir sobre as violências perpetradas contra os corpos femininos negros e, além disso, acerca da presença das mulheres negras na literatura brasileira, utilizou-se do seguinte apoio teórico e crítico: Bourdieu (2017), Bonamigo (2008), Dalcastagnè (2005;2007;2008), Duarte (2010) e Saffioti (1999; 2004).</dc:description>
	<dc:publisher xml:lang="pt-BR">Periódicos UPE</dc:publisher>
	<dc:date>2023-11-30</dc:date>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">Violência e catarse como representações do hiper-realismo nos contos “O morto na sala” e “A velha querida”, de Dalton Trevisan</dc:title>
	<dc:creator>Sergio Martins Conceição Rosa</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Catarse</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">verossimilhança</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">inverossimilhança</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">hiper-realismo</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">violência</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos literários</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">Este trabalho tem o objetivo de discorrer a respeito da relação entre a violência e a catarse apresentada nos contos O morto na sala e A velha querida, de Dalton Trevisan. A partir das teorias de Valente, pautadas no determinismo social, buscou-se inferir a ampla compreensão sobre o comportamento social hiperrealista, de modo a concluir que o meio social explica a violência da sociedade. Desse modo, as personagens dos contos são violentadas e também praticam a violência como um recurso à sobrevivência e à catarse das tensões que as afligem. Os resultados parciais desta pesquisa sobre a violência configurada como um recurso praticado pela vítima da violência concluem que a mesma brutalidade que representa um mecanismo de autodefesa e redenção, também violenta quem a pratica.</dc:description>
	<dc:publisher xml:lang="pt-BR">Periódicos UPE</dc:publisher>
	<dc:date>2023-11-30</dc:date>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">Contemplação e vertigem: a síndrome de Stendhal na ficção de Lygia Fagundes Telles</dc:title>
	<dc:creator>Mariângela Alonso</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Síndrome de Stendhal</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">fruição</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">A caçada</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Lygia Fagundes Telles</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos literários</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">&amp;nbsp;
Buscamos desenvolver uma análise do conto A caçada, de Lygia Fagundes Telles, a partir das relações entre Psicanálise e Literatura. O conto narra uma experiência limite ocorrida com o personagem durante uma visita a um antiquário. O evento dá margem à chamada Síndrome de Stendhal, fenômeno que envolve o campo da arte e da psicanálise, bem como das relações com a fruição estética. O apoio teórico é constituído pelas teorias de Magherini (1989, 2010), Freud (2004, 1980, 1976) e Barthes (1996), sem perder de vista ensaios críticos que abordam a ficção moderna de Lygia Fagundes Telles</dc:description>
	<dc:publisher xml:lang="pt-BR">Periódicos UPE</dc:publisher>
	<dc:date>2023-11-30</dc:date>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">O Estorvo, de Chico Buarque de Holanda, e a globalização</dc:title>
	<dc:creator>Renan Augusto Ferreira Bolognin</dc:creator>
	<dc:creator>Vânia Cristina de Oliveira</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Literatura brasileira contemporânea</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estorvo</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Chico Buarque</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Globalização.</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos Linguísticos</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos literários</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">O objetivo deste artigo é demonstrar como a estética fragmentária de Estorvo parece entrelaçada às conjunturas político-econômicas do país desde um posicionamento teórico assentado em autores críticos dos conceitos de pósmodernismo e pós-modernidade dentre os quais destacamos o papel central de Linda Hutcheon (2006), Stuart Hall (2006) e Silviano Santiago (2002) em nossa argumentação. Como conclusão, afirmamos que a estrutura textual e o contexto sócio-histórico brasileiros dos anos 1990 apontam para uma leitura de Estorvo (1991) como uma crítica ácida aos membros mais inconvenientes das classes média e alta brasileiras.</dc:description>
	<dc:publisher xml:lang="pt-BR">Periódicos UPE</dc:publisher>
	<dc:date>2023-11-30</dc:date>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">Sociolinguística e a formação inicial de professores de língua</dc:title>
	<dc:creator>Victor Renê Andrade Souza</dc:creator>
	<dc:creator>Lucas Santos Silva</dc:creator>
	<dc:creator>Vanessa Ponte</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Formação de professores de língua</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Sociolinguística</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Carlos Alberto Faraco.</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos Linguísticos</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">Apesar do amplo avanço da sociolinguística enquanto campo científico, e da sua inserção nas políticas públicas educacionais, a compreensão da variação linguística não tem chegado efetivamente à formação inicial de professores de língua. Neste artigo, analisamos as perguntas formuladas durante a conferência Bases para uma pedagogia da variação linguística (Abralin ao Vivo – Linguists Online), proferida por Carlos Alberto Faraco, como reflexo da formação inicial de professores de língua no Brasil. Em termos metodológicos, as perguntas foram agrupadas em eixos temáticos e discutidas à luz de estudos sociolinguísticos. A análise qualitativa das perguntas sinaliza indícios de falhas na formação inicial de professores de língua.</dc:description>
	<dc:publisher xml:lang="pt-BR">Periódicos UPE</dc:publisher>
	<dc:date>2023-11-30</dc:date>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">Controle de fatores sociais sobre usos de segmentações não-convencionais em textos de alunos do Ensino Fundamental II</dc:title>
	<dc:creator>Manoel Siqueira</dc:creator>
	<dc:creator>Mariana Lima da Silva</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Segmentação</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Ortografia</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Escrita</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Ensino</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Linguística</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">Neste trabalho, correlacionamos segmentações não-convencionais – hipossegmentação e hipersegmentação – com fatores sociais, tais quais sexo, ano escolar e zona de residência, por meio de textos escritos por alunos dos 6º e 7º anos do Fundamental II. Embasamo-nos na Sociolinguística Variacionista (LABOV, 2006; 2008), na qual há relação entre língua e sociedade, e como método o descritivo/inferencial, a partir do qual observamos se há associação entre as realizações das segmentações não-convencionais com os fatores sociais. Nos resultados, predomina a hipossegmentação (60% n= 18). Os fatores sociais não apresentam associação com a distribuição dos dados, sugerindo que o fenômeno está associado a fatores linguísticos.</dc:description>
	<dc:publisher xml:lang="pt-BR">Periódicos UPE</dc:publisher>
	<dc:date>2023-11-30</dc:date>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">Encapsulating anaphors in written interviews published online</dc:title>
	<dc:creator>Dennis Castanheira</dc:creator>
	<dc:creator>Marcele Mendanha</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Encapsulating anaphors</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Interview</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Text Linguistics</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">North-American Functionalism</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Linguística</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">This article aims to discuss the use of encapsulating anaphors (cf. CONTE, 1996; PECORARI, 2014) in written interviews published online based on the interface between Text Linguistics (VAN DIJK, 2015) and the North-American Functionalism (GIVÓN, 1995; BARLOW; KEMMER, 2000), sociocognitive and interactional theories. For that, we have collected and analyzed Noun Phrases with an encapsulating role in 10 interviews from the Brazilian websites POPLine and ROCKLine from the years of 2017 and 2018. Our results indicate that there is a relation between the use of the encapsulators and the parts of the interviews.</dc:description>
	<dc:publisher xml:lang="pt-BR">Periódicos UPE</dc:publisher>
	<dc:date>2023-11-30</dc:date>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">Estrutura narrativa dos quadrinhos: construindo sentido a partir de fragmentos, de Barbara Postema</dc:title>
	<dc:creator>Jeferson de Moraes Jacques</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Quadrinhos</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos Linguísticos</dc:subject>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">Apresentação</dc:title>
	<dc:creator>Alisson Hudson Veras Lima</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Falange Miúda</dc:subject>
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	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Apresentação</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos Linguísticos</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">A edição inaugural deste ano apresenta 14 artigos de temática livre, sendo 11 de Literatura e 3 de Linguística, e 1 resenha sobre a obra Estrutura Narrativa dos Quadrinhos, de Barbara Postema (2018). No geral, os autores pertencem 16 instituições de ensino superior, são elas: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Universidade de Brasília, Universidade de São Paulo, Universidade do Estado de Mato Grosso, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Universidade Estadual Paulista (UNESP) - Araraquara, UNESP-Assis, UNESP-São José do Rio Preto, Universidade Federal da Integração LatinoAmericana, Universidade Federal de Alagoas, Universidade Federal de Juiz de Fora, Universidade Federal de São Carlos, Universidade Federal de Sergipe, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Universidade Federal Fluminense e Universidade Regional Integrada.
Na Literatura, os artigos versam sobre diversas áreas, temas e conceitos, como: narrativas de crime, literatura de crime, literatura infantil, literatura brasileira, literatura portuguesa, literatura medieval, literatura afro-brasileira, violência contra a criança, teopoética, hermenêutica ricoeuriana, autoria feminina, masculinidade, branquitude, ethos, intertextualidade, paradoxo do mandarim, representação da violência contra a mulher, mulher negra, catarse, verossimilhança, inverossimilhança, hiper-realismo, violência, estética fragmentária, globalização, síndrome de Stendhal e fruição.
Na Linguística, os artigos versam sobre formação de professores de língua, sociolinguística, funcionalismo, linguística textual, segmentação, ortografia, escrita e anáfora.</dc:description>
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	<dc:creator>Fabrício Paiva Mota</dc:creator>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">Variação, mudança e preconceito linguístico:</dc:title>
	<dc:creator>Marcus Garcia De Sene</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Apresentação</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos Linguísticos</dc:subject>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">Racial and Linguistic prejudice in Brazil: comparisons, contrasts and anthropophagic solutions.</dc:title>
	<dc:creator>Paul O’neill</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Linguistic prejudice</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">racial</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">civilisation</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">barbarism</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos Linguísticos</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">In this article I compare and contrast how prejudicial views about race have/have not intersected with prejudicial views about Language in the history of Brazil. I examine both within Latin American discussions related to civilisation and barbarism, onto which the distinction between Educated and Popular Brazilian Portuguese maps. I focus on the work of the modernist Anthropophagic Movement and how this movement combined with subsequent developments helped to break the dichotomy civilisation/barbarism and redefine Brazilian identity and place at its centre mixed-race characteristics. I suggest that a similar movement is necessary to overcome the prejudices against popular Brazilian Portuguese.</dc:description>
	<dc:publisher xml:lang="pt-BR">Periódicos UPE</dc:publisher>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">A variação linguística: questões cognitivas</dc:title>
	<dc:creator>Luiz Carlos Cagliari</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Preconceito</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Variação linguística</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Linguística Cognitiva</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos Linguísticos</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">O presente trabalho apresenta algumas ideias tradicionais sobre a variação linguística que provocam reações de discriminação e de preconceito na sociedade. Nem todo tipo de&amp;nbsp; variação acaba causando preconceito linguístico. Porém, todo preconceito linguístico vem da discriminação de certos falantes, suportando como argumentos fatos gramaticais de algum tipo. Na vida da língua, existe um jogo de falar, um jogo de entender e um jogo de se comunicar. Esse jogo conduz a conclusões cognitivas relacionadas à linguagem e ao status dos falantes na sociedade. Explicar esse jogo mostra como surge o preconceito linguístico e a discriminação social.</dc:description>
	<dc:publisher xml:lang="pt-BR">Periódicos UPE</dc:publisher>
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	<dc:source xml:lang="en-US">Revista Falange Miúda; Vol. 5 No. 2 (2020): Variação, mudança e preconceito linguístico: fenômenos da língua portuguesa atual e antiga; 31-40</dc:source>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">Rotacismo e lambdacismo no português: o processo de padronização ortográfica e as consoantes líquidas</dc:title>
	<dc:creator>Débora Aparecida dos Reis Justo Barreto</dc:creator>
	<dc:creator>Gladis Massini-Cagliari</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Consoantes líquidas</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">fase arcaica do português</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">rotacismo</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">lambdacismo</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">processo de padronização</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos Linguísticos</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">A finalidade deste estudo é promover uma reflexão a respeito de dois fenômenos que, na contemporaneidade da língua portuguesa, são alvo de preconceito linguístico: o rotacismo e o lambdacismo. Para tanto, volta-se para o estágio medieval do idioma, buscando pensar de que forma o processo de padronização ortográfica foi determinante para a construção de uma atitude discriminatória diante da variação, uma vez que, na Idade Média, construções como groriosa e regla figuravam sistematicamente nos cancioneiros medievais galego-portugueses, textos feitos somente pelos mais eruditos e privilegiados daquela época.</dc:description>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">A variação na formação de adjetivos no português arcaico sob olhar da Teoria da Otimalidade</dc:title>
	<dc:creator>Tamires Costa e Silva Mielo</dc:creator>
	<dc:creator>Daniel Soares da Costa</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Teoria da Otimalidade</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">adjetivos</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">variação</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">processos morfofonológicos</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos Linguísticos</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">O presente trabalho pretende apresentar resultados parciais de um estudo que analisou morfológica e fonologicamente um total de 191 adjetivos do Português Arcaico, a partir das Cantigas de Santa Maria, descritos por meio da Teoria da Otimalidade, na tentativa de encontrar um ranqueamento de restrições que explicasse os processos morfofonológicos pelos quais passam os adjetivos derivados no seu processo de formação. Por mais que tenha sido encontrado um ranqueamento pertinente a mais de 80% dos casos, algumas ocorrências (como ‘senlleiro’ e ‘piadoso’) mostraram não seguir exatamente a hierarquia de restrições dominante, mas, ainda assim, mostram que a variação também obedece, a sua maneira, aos padrões.</dc:description>
	<dc:publisher xml:lang="pt-BR">Periódicos UPE</dc:publisher>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">O apagamento do /R/ em final de infinitivos verbais em redações de alunos do Ensino Fundamental II</dc:title>
	<dc:creator>Sabrina Evelyn Cruz Oliveira</dc:creator>
	<dc:creator>Natália Cristine Prado</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Consoante rótica</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">fonologia</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">aquisição da escrita</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos Linguísticos</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">O objetivo geral deste artigo é investigar o fenômeno de apagamento do /R/ em final de verbos presentes em textos de alunos do Ensino Fundamental II a partir de modelos teóricos de base gerativa, e considerando a variação linguística presente nas línguas naturais. Esta pesquisa coletou 82 redações de alunos do 6º ano de escolas de Porto Velho (RO). A quantificação de dados demonstra que houve 112 ocorrências de apagamento do rótico em posição final de verbos no infinitivo. Com este estudo, espera-se contribuir para a reflexão sobre a escrita e sua relação com a fonética e a fonologia</dc:description>
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	<dc:date>2023-11-30</dc:date>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">O presente do indicativo e o pretérito perfeito no dialeto caipira de Saudosa Maloca</dc:title>
	<dc:creator>Victor Hugo Scanavachi Dias</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Variação linguística</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Dialeto caipira</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Sociolinguística</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos Linguísticos</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">Este artigo apresenta uma breve análise e demonstração de um traço distintivoda primeira pessoa do plural nos verbos transitivos diretos quando ocorrem no dialeto caipira, que se dá pela realização de elevação vocálica, não sendo uma simples variação morfêmica. Utilizaremos como objeto de análise a música Saudosa Maloca de Adoniran Barbosa para exemplificar a realização de /e/ no lugar de /a/ - pegamo e peguemo - como sendo uma distribuição distintiva morfológica que indica o tempo verbal. Buscaremos discorrer sobre a significação e distinção entre estas duas formas de realização dos verbos que pertencem ao mesmo paradigma.</dc:description>
	<dc:publisher xml:lang="pt-BR">Periódicos UPE</dc:publisher>
	<dc:date>2023-11-30</dc:date>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">Estudo da morfologia verbal do imperativo: o fenômeno do uso de formas variantes</dc:title>
	<dc:creator>Gisela Sequini Favaro</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Imperativo</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Morfologia</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Flexão-Verbal</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos Linguísticos</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">Busca-se com este estudo realizar a análise da estrutura morfológica no processo da flexão verbal das formas imperativas em Português Brasileiro (PB), com a finalidade de mostrar que os paradigmas retratados nos estudos tradicionais não revelam as especificidades reais do sistema da flexão verbal do PB. Assim, pretendemos analisar o fenômeno da variação entre formas indicativas e subjuntivas para expressar ordens e pedidos, a partir de uma perspectiva morfológica, visando trazer uma maior compreensão acerca da estrutura do sistema flexional verbal do português atual.</dc:description>
	<dc:publisher xml:lang="pt-BR">Periódicos UPE</dc:publisher>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">A concordância nominal de número em Bacabal–MA: um estudo sociolinguístico</dc:title>
	<dc:creator>João Vitor Cunha Lopes</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Concordância nominal de número</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Português bacabalense</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Variação linguística</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos Linguísticos</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">Com base nos pressupostos da Sociolinguística Variacionista (WEINREICH; LABOV; HERZOG, 2006 [1968]; LABOV, 2008[1972]), esta pesquisa se propôs a investigar os fatores linguísticos e sociais que se correlacionam à realização de concordância nominal de número em sintagmas nominais simples no português falado em Bacabal, Maranhão. Para tanto, foram analisadas 12 entrevistas sociolinguísticas realizadas com falantes dessa cidade. Os resultados da análise de regressão logística, realizada no programa R (R CORE TEAM, 2019), apontam para o fato de que a escolaridade e a faixa etária dos falantes são as variáveis sociais que se correlacionam ao fenômeno. Em relação às variáveis linguísticas, a análise evidenciou que todas as variáveis se correlacionam à realização da concordância.</dc:description>
	<dc:publisher xml:lang="pt-BR">Periódicos UPE</dc:publisher>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">Língua e ensino: um estudo sobre variação linguística e concordância verbal</dc:title>
	<dc:creator>Nilton Carlos Carmo Sousa</dc:creator>
	<dc:creator>Silvana Silva de Farias Araujo</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Língua</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Escola</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Livro didático</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Variação linguística</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Concordância verbal</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos Linguísticos</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">Dentre as vertentes da Sociolinguística, encontra-se a Educacional, que visa àdiscussão da língua a partir do contexto escolar. Neste artigo, partindo dos pressupostos teórico-metodológicos dessa área de estudo, abordam-se a língua portuguesa no Brasil e o fenômeno da concordância verbal no contexto educacional da cidade de Tucano-BA. São feitas considerações sobre o que se ensina na escola sobre língua e o tratamento da variação linguística nos livros didáticos de Cereja e Magalhães (2013; 2015).</dc:description>
	<dc:publisher xml:lang="pt-BR">Periódicos UPE</dc:publisher>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">“Onde está você agora?” – Uma investigação sobre os contextos não locativos de onde na fala paulista</dc:title>
	<dc:creator>Milena Aparecida de Almeida</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Pronome relativo onde</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Gramaticalização</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Metáfora</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos Linguísticos</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">O presente artigo tem por objetivo propor reflexões sobre o processo de gramaticalização de onde, já atestado por inúmeros trabalhos (MARINHO, 1999; SOUZA, 2003; BRAGA, MANFILI, 2004; CAMBRAIA, ARAÚJO, 2004; LIMA, 2007; ZILLES, KERSCH, 2015; MELO, BARBOSA, 2018; ALMEIDA, BERLINCK, 2019; SOUZA, CARVALHO, 2019). Dessa forma, intenciona-se averiguar as categorias semântico-cognitivas que o item faz referência através dos conceitos de gramaticalização e metáfora (LAKOFF, JOHNSON, 1980; TRAUGOTT, HEINE, 1991; HEINE et al, 1991), apontando para um caminho de abstração semântica. Por conseguinte, é também do interesse relacionar como e porque tais usos mais abstratos se relacionam dentro de tipologias textuais distintas.O corpus utilizado foi construído através do banco de dados IBORUNA, do projetoALIP (Gonçalves, s.d) e a quantificação dos dados feita a partir de R (CORETEAM, 2018). Foram analisados 74 usos de onde em contextos não locativos,atestando para a sua multifuncionalidade. O trabalho, assim, contribui para abibliografia de onde na medida em que busca trazer novos olhares para o fenômenosintático.</dc:description>
	<dc:publisher xml:lang="pt-BR">Periódicos UPE</dc:publisher>
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	<dc:source xml:lang="en-US">Revista Falange Miúda; Vol. 5 No. 2 (2020): Variação, mudança e preconceito linguístico: fenômenos da língua portuguesa atual e antiga; 157-175</dc:source>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">O ALiB e a norma lexical em Mato Grosso do Sul: nomes para prostituta</dc:title>
	<dc:creator>Léia Cristina Oliveira Santos</dc:creator>
	<dc:creator>Daniela de Souza Silva Costa</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Atlas Linguístico do Brasil</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Mato Grosso do Sul</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">variação linguística</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">prostituta</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos Linguísticos</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">A prostituição é uma das profissões mais antigas da história e, por isso, envolta em questões sociais e culturais. Nesse contexto, este trabalho analisa as variantes documentadas em Mato Grosso do Sul pelo Projeto Atlas Linguístico do Brasil para nomear a prostituta partindo do construto teórico da Dialetologia e da Geolinguística (CARDOSO, 2010). Os resultados revelam a presença de tabus linguísticos, bem como de determinantes extralinguísticos, como a influência do sexo e da idade para as escolhas lexicais, ratificando a importância desses estudos para o conhecimento dos modos de ser e de viver de uma sociedade.</dc:description>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">Análise da abordagem da variação na colocação pronominal em videoaulas do YouTube</dc:title>
	<dc:creator>Marcia Lopes Dutra</dc:creator>
	<dc:creator>Taíse Simoni</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Variação linguística</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">sociolinguística laboviana</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">colocação pronominal</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">YouTube</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos Linguísticos</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">O presente trabalho, fundamentado na sociolinguística laboviana (LABOV, 2008 [1972]), tem por objetivo analisar como é abordada a variação da colocação pronominal em videoaulas do YouTube. Foram analisadas 40 videoaulas. Os resultados apontam que predominam as videoaulas que não fazem distinção entre a fala e a escrita e não fazem menção a diferentes níveis de monitoração. Além disso, como normas implícitas, há um equilíbrio entre norma padrão e norma curta (FARACO, 2008). No que diz respeito a uma comparação entre as videoaulas mais e menos visualizadas, elas se diferenciam quanto à distinção entre a fala e a escrita (enquanto entre aquelas há um predomínio de videoaulas que não fazem tal distinção, entre estas há um equilíbrio entre as videoaulas que fazem e as que não fazem a distinção entre fala e escrita) e às normas implícitas (entre aquelas, prevalece a norma curta; entre estas, a norma padrão predomina).</dc:description>
	<dc:publisher xml:lang="pt-BR">Periódicos UPE</dc:publisher>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">PRECONCEITO LINGUÍSTICO DENTRO E FORA DA REDE: o projeto, a construção dos corpora e os resultados preliminares</dc:title>
	<dc:creator>Sílvia Maria Brandão</dc:creator>
	<dc:creator>Caroline Carnielli Biazolli</dc:creator>
	<dc:creator>Marcus Garcia de Sene</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Preconceito linguístico</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Facebook</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Fenômenos</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Perfil Social</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Análise Subjetiva no curso de Letras</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Projeto de Pesquisa</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos Linguísticos</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">O preconceito linguístico, que nos conduz a discriminar o outro, apreciando pejorativamente as formas linguísticas das quais esse outro faz uso, ainda permanece enraizado em nossa sociedade, pois, como bem sabemos, questões que lidam com a língua não são apenas linguísticas, mas também, e essencialmente, ideológicas. O objetivo deste artigo encontra-se na apresentação de um projeto de pesquisa, em andamento, que se ampara pela Teoria da Variação e Mudança Linguísticas (WEINREICH; LABOV; HERZOG, 2006[1968]; LABOV, 2008[1972]). Observamos avaliações de internautas e estudantes de Letras acerca da língua para que possamos discutir as faces do preconceito linguístico presente na rede social Facebook, bem como fora dessa rede. Para isso, contextualizamos teórica e metodologicamente este projeto, explicitando informações basilares a respeito e apresentando resultados preliminares já obtidos. Logo, há uma tríplice abordagem: (i) categorização dos fenômenos; (ii) perfil social de internautas e (iii) análise subjetiva dos internautas e de alunos de Letras. Concluímos que o preconceito é arbitrário do ponto de vista linguístico, marcado lexicalmente e motivado socialmente.</dc:description>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">Imaginário de homogeneidade linguística: os sentidos de língua e variação no senso comum</dc:title>
	<dc:creator>Rejane Beatriz Fiepke Carpenedo</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Homogeneidade linguística</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Variação</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Imaginário de Língua</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Enunciação</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Senso Comum</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos literários</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">Este artigo resulta do tema de nossa dissertação de mestrado, em que nos detemos a pesquisar os sentidos de língua na perspectiva do senso comum. A partir da Teoria da Enunciação, com foco na Semântica do Acontecimento (GUIMARÃES, 2002), discorremos acerca do imaginário de língua e variação no senso comum. Nosso corpus se constitui de recortes de comentários de internautas em uma página no Facebook. Observamos que prevalece o imaginário de que há apenas uma variedade linguística aceitável como correta, e esta está associada ao nível de escolaridade e classe social do interlocutor, o que fortalece e dissemina o preconceito linguístico.</dc:description>
	<dc:publisher xml:lang="pt-BR">Periódicos UPE</dc:publisher>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">Expediente</dc:title>
	<dc:creator>Marcus Garcia de Sene</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Expediente</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Dossiê</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Temático</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos Linguísticos</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">Agradecimentos especiais:
Wilder Kleber F. de Santana pela ajuda e paciência na edição e preparação dos textos para publicaçãoÁlisson Hudson V. Limas pelas indicações de pesquisadores para colaboração na revista.</dc:description>
	<dc:publisher xml:lang="pt-BR">Periódicos UPE</dc:publisher>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">UM CONTINUUM ÀS ANÁLISES DO DISCURSO</dc:title>
	<dc:creator>Pedro Farias Francelino</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Apresentação</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">AD</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">ADC</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">ACC</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos Linguísticos</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">Em sua segunda edição, o presente Dossiê, que teve como organizadores os professores Pedro Farias Francelino (UFPB), Wilder Kleber Fernandes de Santana (UFPB) e Éderson Luís Silveira (UFSC), presta visibilidade aos textos aprovados para compor a chamada Análises do Discurso. Integram-no estudiosos das diversas áreas de Análises do Discurso: AD, ADD e ACD/ADC. Como um continuum do primeiro número, essa edição agrega trabalhos (de cunho teórico e prático) que refletem e refratam as vozes de pensadores como Pêcheux, Bakhtin, Foucault, Fairclough, Maingueneau e Charaudeau, dentre outros, em pesquisas que ganham concretude na contemporaneidade.</dc:description>
	<dc:publisher xml:lang="pt-BR">Periódicos UPE</dc:publisher>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">“Bandido bom é bandido morto”: como as grandes mídias e o estado reforçam esse discurso de ódio no Brasil</dc:title>
	<dc:creator>Geraldo Emanuel de Abreu-Silva</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">historicidade</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">memória de trabalho</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">memória de longo prazo</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos Linguísticos</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">Crises econômicas provocam aumento da criminalidade no Brasil levando parcela da população a afiliar-se a ideologias baseadas na violência, como na frase “Bandido bom é bandido morto” que ganha força através das mídias e governantes conservadores. Para compreender a historicidade da frase, mostrando suas relações com as memórias, neste trabalho, expomos um panorama que as foca sob uma abordagem cognitivista e discursiva vinculadas aos campos da Análise do Discurso e da Linguística Cognitiva, mais especificamente a psicolinguística. Podemos concluir que, muitas vezes, a população brasileira se afilia a esses discursos sem, no entanto, dar conta de suas consequências e, até mesmo, o reproduzem sem elaborar as devidas críticas sobre suas consequências.</dc:description>
	<dc:publisher xml:lang="pt-BR">Periódicos UPE</dc:publisher>
	<dc:date>2023-11-30</dc:date>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">Análise do Discurso com Michel Foucault: pensar a Semiologia Histórica dentro dos estudos discursivos</dc:title>
	<dc:creator>Yuri Araujo De Mello</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Análise do Discurso de linha francesa</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Semiologia Histórica</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Michel Foucault</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Michel Pêcheux</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Jean Jacques Courtine</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos Linguísticos</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">O presente artigo busca realizar um curto percurso teórico de modo a compreender as fundações da Análise do Discurso de linha francesa, por meio do gesto fundador de Michel Pêcheux, e a inserção de Michel Foucault dentro deste campo do saber. Assim, além de observar o papel do discurso, sujeito e da história, o presente artigo busca evidenciar a proficuidade que o pensamento de uma Semiologia Histórica veiculada por Courtine pode oferecer ao analista de discursos.</dc:description>
	<dc:publisher xml:lang="pt-BR">Periódicos UPE</dc:publisher>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">O aparelho ideológico de estado família no filme capitão fantástico</dc:title>
	<dc:creator>Jorge Augusto Leite</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Aparelho ideológico de estado família</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">análise discursiva</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">relações de produção</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos Linguísticos</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">Este artigo tem como objetivo discutir e analisar o aparelho ideológico de estado família por meio dos discursos dos personagens no longa metragem Capitão Fantástico. Nesse sentido, com os subsídios teóricos de (COSTA, 1983), (ALTHUSSER, 1998), (FERNANDES, 2007), (ORLANDI, 2007) e (PECHEUX, 2009), busca-se estabelecer uma análise discursiva dos personagens principais, a fim de mostrar como as relações de produção dos sujeitos determinam suas ações e, por conseguinte, a produção dos discursos. A partir da análise, constatou-se que os sujeitos são determinados pela historicidade e que a manutenção do AIE específico, é uma forma de combater ao que é convencional atualmente.</dc:description>
	<dc:publisher xml:lang="pt-BR">Periódicos UPE</dc:publisher>
	<dc:date>2023-11-30</dc:date>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">O discurso de outrem como estratégia estilísticosocioideológica nas manchetes das notícias veiculadas pelos jornais digitais G1 e R7</dc:title>
	<dc:creator>Darcijane dos Santos Nunes</dc:creator>
	<dc:creator>Michel Pratini Bernardo da Silva</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Notícia</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Manchete</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Socioideológica</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos Linguísticos</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">Este artigo objetivou analisar as relações socioideológicas engendradas no gênero notícia, focando nas formas sintáticas de transmissão do discurso de outrem usadas nas manchetes sobre a intervenção da Força Nacional no estado do Ceará, no período de janeiro de 2019, veiculadas simultaneamente, pelos jornais digitais G1 e R7. Para a realização da pesquisa, primeiramente, coletamos duas notícias nos portais G1 e R7, e posteriormente, buscamos sustentação nas reflexões teórico-filosóficas contidas nos escritos de Bakhtin (2010) e o círculo no que concernem as categorias analíticas de signo ideológico, discurso de outrem, proposta por Voloshinov (2010) para a descrição, interpretação e análise do corpus. Como resultados, observamos que a mesma notícia apresentou posicionamentos axiológicos dos enunciadores, vislumbrados a partir de suas escolhas estilísticas.</dc:description>
	<dc:publisher xml:lang="pt-BR">Periódicos UPE</dc:publisher>
	<dc:date>2023-11-30</dc:date>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">Construções  discursivas  da  festa  nos posicionamentos  Canção  de  massa  e Pop-Rockpara crianças</dc:title>
	<dc:creator>Lucas Rodrigues Memória Ávila</dc:creator>
	<dc:creator>Maria das Dores Nogueira Mendes</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Posicionamentos</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Pop-rock para crianças</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Canção de Massa para crianças</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos Linguísticos</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">Este trabalho analisa as construções do elemento &quot;festa&quot; presente nas canções &quot;Festa do est ica e puxa&quot; (XUXA, 1987) e &quot;Baile partimcundum&quot; (PARTIMPIM, 2009), classificadas nos posicionamentos Canção de Massa e Pop para crianças. A investigação integra o projeto INVOCANÇÕES, ligado ao grupo de pesquisa DISCUTA (UFC), no qual examinamos diferentes posicionamentos discursivos em canções para crianças, com base na Análise do Discurso Francesa. Nossa análise mostra que, na primeira canção, a festa aponta para o caráter de autopromoção da intérprete, Xuxa, pela autorreferenciação e ethos de poder. Já a segunda canção, apresenta um ethos inclusivo, mostrando uma festa sem hierarquias.</dc:description>
	<dc:publisher xml:lang="pt-BR">Periódicos UPE</dc:publisher>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">Proposições sobre o Duolingo como instância    discursiva:    assinaturas dialógico-epistemológicas</dc:title>
	<dc:creator>Edlaine Souza de Lima</dc:creator>
	<dc:creator>Wilder Kleber Fernandes de Santana</dc:creator>
	<dc:creator>Anderson Rany Cardoso da Silva</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Duolingo</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Dialogismo</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Instância discursiva</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos Linguísticos</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">Este trabalho delimitou como categorias analíticas o dialogismo e o discurso, ambas centrais no pensamento de Bakhtin, em diálogo com Volóchinov e Medviédev. Para tanto, selecionou-se, como corpus para averiguação, o aplicativo Duolingo, a partir de abordagem dialógica da linguagem. Ao longo do manuscrito é possível observar que, caso docentes, enquanto profissionais responsáveis, trabalhem com metodologias alteritárias e dialogadas, estarão estimulando o saber, evidenciando o fato de que aplicativos podem ser inseridos na sala de aula como fenômeno dialógico-discursivo. Tivemos como possível conclusão que, nesse processo de instaura-se, ensino e aprendizagem se constituem como assinaturas dialógico-epistemológicas.</dc:description>
	<dc:publisher xml:lang="pt-BR">Periódicos UPE</dc:publisher>
	<dc:date>2023-11-30</dc:date>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">O regime enunciativo midiático e a memória discursiva na disputa de sentidos no texto não verbal fotográfico</dc:title>
	<dc:creator>Felipe Gonçalves Carneiro</dc:creator>
	<dc:creator>João de Deus Leite</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Análise   de   Discurso</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Regime   enunciativo   midiático</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Texto   não   verbal fotográfico</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos Linguísticos</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">Neste artigo, problematizamos e analisamos o regime enunciativo midiático na leitura-interpretação do texto não verbal fotográfico, cuja incompletude é constitutiva. Dessa forma, direcionamos o nosso olhar-discursivo à fotografia que percorreu os noticiários, a qual revela a situação dos refugiados que rumam aos Estados Unidos. Ancorados na perspectiva da Análise de Discurso de Michel Pêcheux, observamos que os sentidos são agenciados por meio de trajetos de leitura, a partir do verbal, em que sentidos outros são apagados e silenciados. Então, perguntamo-nos: quais outros sentidos são produzidos, apartando-se do regime enunciativo midiático e considerando a opacidade do texto não verbal fotográfico? Observamos que há sentidos que estão além do aprisionamento efetuado pelo regime enunciativo midiático.</dc:description>
	<dc:publisher xml:lang="pt-BR">Periódicos UPE</dc:publisher>
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	<dc:source xml:lang="en-US">Revista Falange Miúda; Vol. 5 No. 1 (2020): Dossiê Temático: Análises do Discurso; 78-93</dc:source>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">A argumentação da comunidade surda sobre a educação bilíngue</dc:title>
	<dc:creator>Fabiane Ferreira da Silva Moraes</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Argumentação</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">técnicas  argumentativas</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">ensino  bilíngue</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">surdos</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos Linguísticos</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">&amp;nbsp;O trabalho objetiva compreender o processo argumentativo da comunidade surda sobre a educação bilíngue. Foram empregados os pressupostos teóricos de Perelman e Tyteca (1999), Reboul (2004) e Amossy (2007; 2011). O corpusé composto pelo Relatório sobre a Política Linguística de Educação Bilíngue –Língua Brasileira de Sinais e Língua Portuguesa. Os resultados apontam que o orador possui competência reconhecida na área; o auditório é especializado e seu corpusde saber influenciouas escolhas semânticas, sintáticas econceituais feitas pelo orador. Quanto as técnicas argumentativas foram empregados o argumento de autoridade, o pragmático, acomparação e a dissociação de noções.</dc:description>
	<dc:publisher xml:lang="pt-BR">Periódicos UPE</dc:publisher>
	<dc:date>2023-11-30</dc:date>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">Fragmentos discursivos de situações enunciativas: das pesquisas em Histórias em Quadrinhos para a educação escolar</dc:title>
	<dc:creator>Priscylla Karollyne Gomes Dias</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Histórias  em  Quadrinhos</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Situações  Discursivas</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Trabalhos  Acadêmicos</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Cenas de enunciação</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos Linguísticos</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">O artigo tem por objetivo investigar situações discursivas que pesquisas vinculadas a cursos de mestrado em educação, e publicadas nos últimos anos (2013-2018) no Brasil, constroem em torno do uso de Histórias em Quadrinhos (HQs) na educação escolar. Para tanto, foi reunido um corpus de análise compreendendo um quantitativo de três monografias de dissertação com a finalidade de perceber como indicam sentidos de utilização das HQs em sala de aula. Dentre os resultados, foi possível perceber que os trabalhos acadêmicos convencem sobre a originalidade do tema, bem como (re)organizam sentidos de apropriação da linguagem quadrinhesca em sala de aula.</dc:description>
	<dc:publisher xml:lang="pt-BR">Periódicos UPE</dc:publisher>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">A representação social do ex-presidente Hugo Chávez na mídia impressa: um enfoque discursivo</dc:title>
	<dc:creator>Cibélia Renata da Silva Pires</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Análise Crítica do Discurso</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Hugo Chávez</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Venezuelanos</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Van Leeuwen</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos Linguísticos</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">Este artigo, baseado nos pressupostos teórico metodológicos da Análise Crítica do Discurso (FAIRCLOUGH 2003, 2001) e na teoria dos Atores Sociais (VAN LEEUWEN2008, 1997, 1996) tem como objetivo demonstrar como o ex-presidente venezuelano Hugo Chávez e a população venezuelana foram representados no discurso da revista Vejadurante o seu governo, cooperando, assim, para a construção da imagem do próprio ex-presidente . Utilizamos como corpusquinze reportagens da revista Vejareferentes ao período de 1999 a 2012. O resultado nos mostra que a revista constroi, ao mesmo tempo, a imagem de um povo insatisfeito com um presidente e suas políticas públicas, e de Chávez como um líder autoritário que se tornou um inimigo da nação.</dc:description>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">Leitura dialógica e responsividade para construção crítica do aluno a partir do gênero tira em quadrinhos</dc:title>
	<dc:creator>Alixandra Guedes Rodrigues de Medeiros e Oliveira</dc:creator>
	<dc:creator>Wilder Kleber Fernandes de Santana</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Dialogismo</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Responsividade</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Tira em quadrinhos</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Estudos Linguísticos</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">O presente trabalho objetiva formular uma proposta didática que comporte o uso do gênero ‘tira em quadrinhos’ em aulas de leitura. Para tanto, recorremos às categorias bakhtinianas dialogismo e responsividade, caras ao pensamento de Bakhtin [2010, 2013, 2016];, Volóchinov (2017) e Medviédev (2016). A partir disso, presumimos que o uso do gênero “tira em quadrinhos” (e não apenas esse gênero), particularmente nas aulas de leitura, constitui-se como uma prática dialógico-discursiva por caracterizar-se como uma atividade crítica e social. Os resultados demonstraram que a perspectiva dialógica potencializa o senso crítico dos sujeitos para compreensão ativa do gênero tira em quadrinhos.</dc:description>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">Nominata de Pareceristas</dc:title>
	<dc:creator>Alisson Hudson Veras Lima</dc:creator>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Nominata</dc:subject>
	<dc:subject xml:lang="pt-BR">Nominata</dc:subject>
	<dc:description xml:lang="pt-BR">.</dc:description>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">Expediente</dc:title>
	<dc:creator>Marcus Garcia de Sene</dc:creator>
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	<dc:title xml:lang="pt-BR">Apresentação: Análises do Discurso</dc:title>
	<dc:creator>Marcus Garcia de Sene</dc:creator>
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