Perfil da afinidade populacional de crânios secos de brasileiros: estudo macromorfoscópico da anatomia nasal
DOI:
https://doi.org/10.70678/rctbmf.v26i2.1700Palavras-chave:
Antropologia Forense, Identificação Humana, Cavidade Nasal, Restos Mortais , CraniologiaResumo
Objetivo: Analisar o perfil de afinidade populacional a partir das características morfológicas da abertura nasal. Metodologia: Foram examinadas a forma da abertura nasal, a largura da abertura nasal, a abertura nasal inferior e a espinha nasal anterior de todos os crânios adultos da coleção de esqueletos identificados do Centro de Estudos em Antropologia Forense da Faculdade de Odontologia da Universidade de Pernambuco. As estatísticas descritiva e inferencial foram realizadas no IBM© SPSS (versão 22.0). A análise da afinidade populacional foi realizada no software hefneR. Resultados: O tipo intermediário de largura da abertura nasal apresentou maior frequência (48,2%); a forma da abertura do tipo gota foi a que obteve maior frequência (78,2%); a abertura nasal inferior comum a pequena borda na transição entre o assoalho nasal e a maxila foi a mais frequente, com 44,6% dos casos; e houve mais casos classificados como espinha nasal anterior intermediária (43,1%). O grupo europeu foi o de maior frequência de afinidade populacional para a amostra total (51,4%). Conclusão: Em países como o Brasil, há diferenças de padrões dentro da própria população e estudos específicos para cada região são necessários para um maior conhecimento e confiabilidade no desenvolvimento de metodologias para essa população.
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