Análise sobre o posicionamento sagital da maxila no planejamento da cirurgia ortognática: relato de caso
DOI:
https://doi.org/10.70678/rctbmf.v26i2.1790Palavras-chave:
Cirurgia Ortognática, Maxila , Cefalometria , Face/anormalidades, Procedimentos Cirúrgicos OrtognáticosResumo
Objetivo: Relatar o planejamento e a resolução de um caso clínico de deformidade padrão Classe III, discutindo os principais métodos para determinação do posicionamento sagital da maxila no planejamento da cirurgia ortognática. Relato de caso: Paciente masculino, 21 anos, apresentou queixa de “queixo grande”, com diagnóstico de deformidade dentofacial Classe III associada à deficiência maxilar e prognatismo mandibular. O planejamento foi realizado por meio de software virtual, utilizando a linha vertical verdadeira associada à análise dos tecidos moles para definição do posicionamento ântero-posterior da maxila. O tratamento incluiu preparo ortodôntico pré-operatório e cirurgia ortognática bimaxilar (osteotomia Le Fort I e osteotomia sagital do ramo mandibular), associada à mentoplastia. O planejamento considerou parâmetros estéticos faciais e a relação dos incisivos com referências de tecidos moles. Conclusão: O uso isolado de referências cefalométricas ósseas apresenta limitações. A associação com parâmetros de tecidos moles contribui para maior previsibilidade estética, especialmente em casos de deficiência maxilar, sendo essencial a individualização do planejamento cirúrgico.
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