Fratura complexa de teto de órbita associada à disjunção traumática do complexo zigomático
DOI:
https://doi.org/10.70678/rctbmf.v22i3.204Palavras-chave:
Fraturas Orbitárias, Fratura Orbital, Fraturas Zigomáticas, Traumatismos Faciais, Fixação Interna de Fraturas, Osteossíntese em Fratura CirúrgicaResumo
Objetivo: As fraturas do complexo zigomático-maxilar (CZM) constituem as principais fraturas do terço médio da face. O diagnóstico é complexo, por envolver uma área alternente sensorial e nobre da face. Portanto o tratamento não visa apenas devolver os contornos ósseos, mas também preservar as funções oculares. No presente caso paciente apresentou severo trauma facial associado a TCE com afundamento do frontal e teto de órbita. Relato de caso: Paciente do sexo masculino, 33 anos, vítima de queda da própria altura. No exame físico notou-se FCC extenso em região frontal, se estendendo para a região supra-orbital esquerda, blefaroedema periorbital esquerdo, com oclusão palpebral e distopia ocular. Escoriações em face e afundamento em região fronto[1]parietal esquerda e perda de consciência. O diagnóstico apontou para fratura do complexo zigomático-maxilar associada a afundamento do osso frontal. Paciente submetido a osteossíntese das fraturas com por meio da ferida e complementado com acesso subciliar e caldwel luc. Foi alcançada boa reabilitação estética e funcional. Conclusão: Portanto, a redução aberta com fixação funcional estável com placas e parafusos segue sendo o padrão ouro para o tratamento de fraturas complexas do CZM. Sendo imperativo uma adequada redução e o reestabelecimento do continente orbitário.
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