Biomateriais e reconstrução óssea da face

Autores

  • Belmiro Cavalcanti do Egito Vasconcelos Universidade de Pernambuco. Faculdade de Odontologia de Pernambuco. Departamento de Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial. Editor-chefe https://orcid.org/0000-0002-6515-1489
  • Vinicius Balan Universidade de Pernambuco. Faculdade de Odontologia de Pernambuco. Mestrado em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial

Palavras-chave:

Materiais Biocompatíveis, Biomateriais, Reconstrução Mandibular, Face/cirurgia, Substitutos Ósseos

Resumo

A perda óssea dos maxilares está associada a diversas causas como a reabsorção fisiológica pós exodontia, infecções, cistos e tu mores, traumatismos na região bucomaxilofacial, dentre outras. Essa condição de diminuição do arcabouço ósseo tridimensional leva a reabsorções severas, que dificultam principalmente a reabilitação com implantes dentários. Apesar da evolução dos implantes de superfície tratada, comprimento e diâmetro reduzidos, a enxertia óssea se faz necessária em grande parte dos casos. Os substitutos ósseos apresentam a vantagem de uma quantidade ilimitada de osso, reabsorção lenta o que proporcionam a condição do organismo realizar a angiogenese e migração celular para a formação óssea entre as partículas dos biomateriais; esses substitutos se apresentam como osteocondutores, ou seja, servem de arcabouço para as células osteogênicas que migram para a região a ser reconstruída.

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Publicado

2026-06-11

Como Citar

Vasconcelos, B. C. do E., & Balan, V. (2026). Biomateriais e reconstrução óssea da face. Revista De Cirurgia E Traumatologia Buco-Maxilo-Facial, 21(4), 5 . Recuperado de https://periodicos.upe.br/index.php/rctbmf/article/view/2062

Edição

Seção

Editorial

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