Reconstrução de defeitos craniofaciais com uso de material aloplástico de titânio

Autores

  • Pedro Henrique Signori Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, PUCRS. Faculdade de Odontologia. Departamento de Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofaciais
  • Franklin David Gordillo Yépez Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, PUCRS. Faculdade de Odontologia. Departamento de Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofaciais
  • Mateus Giacomin Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, PUCRS. Faculdade de Odontologia. Departamento de Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofaciais
  • Ferdinando de Conto Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, PUCRS. Faculdade de Odontologia. Departamento de Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofaciais

Palavras-chave:

Traumatismos Faciais, Ossos Faciais/lesões, Materiais Biocompatíveis, Biomateriais, Materiais Revestidos Biocompatíveis, Titânio

Resumo

Introdução: A reconstrução óssea de defeitos craniofaciais é um processo desafiador. Diferentes técnicas operatórias e materiais reconstrutores são utilizados para reestabelecer a forma ideal do crânio. Materiais aloplásticos vem ganhando popularidade nas reconstruções orbitárias devido à sua facilidade de uso, com grande variedade de formas e tamanhos disponíveis. O objetivo deste estudo foi avaliar as reconstruções dos defeitos ósseos orbitários após traumatismos craniofaciais. Metodologia: Trata-se de um estudo observacional, que avaliou pacientes vítimas de traumatismo crânio-encefálico com envolvimento orbitário e necessidade de reconstrução por meio de material aloplástico de titânio, atendidos no período de março de 2015 a junho de 2016, no Hospital da Cidade de Passo Fundo, Rio Grande do Sul, Brasil. Resultados: 13 pacientes foram incluídos no estudo e analisados de acordo com idade, gênero, etiologia do trauma, tipos de fratura que envolveram os defeitos craniofaciais e o material utilizado na reconstrução. O exame clínico avaliou a estabilidade da reconstrução, o resultado estético e funcional e a ocorrência de infecção pós-operatória. Tomografias Fan-Beam foram tomadas no pré e pós-operatório. Conclusões: Os resultados obtidos mostram que a escolha do material aloplástico de titânio é segura, e oferece excelente taxa de sucesso estético e funcional, corroborando com a literatura existente.

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Publicado

2026-08-26

Como Citar

Signori, P. H., Yépez, F. D. G., Giacomin, M., & Conto, F. de. (2026). Reconstrução de defeitos craniofaciais com uso de material aloplástico de titânio. Revista De Cirurgia E Traumatologia Buco-Maxilo-Facial, 20(2), 5–11. Recuperado de https://periodicos.upe.br/index.php/rctbmf/article/view/2262

Edição

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Artigo original