Osteotomia periférica no tratamento de cisto odontogênico glandular
DOI:
https://doi.org/10.70678/rctbmf.v23i1.26Palavras-chave:
Osteotomia Mandibular, Cistos Maxilomandibulares, Dente não Erupcionado, Cirurgia BucalResumo
Objetivo: relatar um caso de COG em sínfise mandibular, tratado com enucleação e osteotomia periférica. Relato de Caso: Paciente do sexo feminino, 58 anos de idade, foi encaminhada para avaliação de uma lesão mandibular, apresentando-se assintomática no momento da consulta. Foi observado um leve aumento de volume vestibular na região da sínfise mandibular, sem sensibilidade ao toque. Na tomografia foi observada imagem hipodensa, multiloculada, bem delimitada, na região de sínfise, próxima às raízes dentárias e a basilar mandibular, além de um dente incluso intralesional. Foi realizada biópsia incisional e exame histopatológico, através do qual foi estabelecido o diagnóstico de COG. Como forma de tratamento, o paciente foi submetido à enucleação com curetagem de toda lesão e a osteotomia periférica, além da remoção do dente incluso. Após um ano de acompanhamento, a paciente encontra-se livre de recorrências. Conclusão: Por fim, este caso destaca a importância de um tratamento eficaz de COG com a osteotomia periférica, considerando o tamanho da lesão, suas características e sua localização, a fim de reduzir suas chances de recidiva.
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