Comparação da fragilidade gerada por 3 diferentes osteotomias sagitais de mandíbula: estudo in vitro
DOI:
https://doi.org/10.70678/rctbmf.v23i3.756Palavras-chave:
Osteotomia Sagital do Ramo Mandibular, Cirurgia Ortognática, Fraturas ÓsseasResumo
A osteotomia sagital bilateral de mandíbula (OSBM) foi publicada por Trauner e Obwegeser em 1957, desde então sofreu várias modificações a fim de diminuir as complicações e tornar o procedimento mais simples e previsível. Sendo assim objetivo do presente trabalho foi avaliar e comparar a fragilidade causada na mandíbula por 3 tipos de OSBM. Para isso, foram realizadas as osteotomias propostas por Trauner e Obwegeser modificada por Hunsuck e Epker (I), a de Sant’Ana (II) e de Wolford (III), em 24 hemimandibulas de poliuretano e foi realizado o ensaio mecânico para gerar a fratura sagital. Os dados foram coletados e tabulados, e obteve como resultado que, a maior quantidade de força máxima aplicada foi observada no grupo III, e a menor quantidade no grupo II; com relação à deflexão, apresentou significância estatística entre o grupo II e grupo III; com relação à rigidez, a maior média, foi encontrada no grupo I. Sendo assim, foi possível concluir que dentro deste modelo de estudo a osteotomia II foi capaz de gerar maior fragilidade à hemimandibula de poliuretano com menor quantidade de força. As OBMD dos grupos I e a III também apresentaram ótimos resultados, entretanto necessitaram mais força para alcançar a fratura.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2024 Revista de Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.