Manejo conservador de um ameloblastoma unicístico
DOI:
https://doi.org/10.70678/rctbmf.v23i4.818Palavras-chave:
Ameloblastoma, Tratamento Conservador, Tumores OdontogênicosResumo
Objetivo: Ponderar, através de um relato de caso, os benefícios da escolha por um tratamento conservador em casos de ameloblastoma unicístico. Relato de caso: O presente trabalho relata um ameloblastoma unicístico em uma paciente do sexo feminino com 20 anos que procurou atendimento 2 anos após notar a presença da lesão. Foi realizado um protocolo de tratamento conservador, e após 1 anos e 6 meses de proservação constatou-se uma recidiva, que foi removida por enucleação e curetagem. Conclusão: O ameloblastoma não é um tumor maligno com capacidade de metástase e não deve ser tratado como tal. O tratamento radical dessa patologia cria sequelas que tornam a reabilitação difícil. Em contrapartida, o tratamento conservador pode ser realizado em ambiente ambulatorial, trazendo baixos impactos funcionais, estéticos e psicológicos ao paciente.
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