Legislação e comercialização de capacetes e seu impacto no trauma facial no Brasil
DOI:
https://doi.org/10.70678/rctbmf.v25i1.1299Palavras-chave:
Traumatismos Faciais, Dispositivos de Proteção da Cabeça, Motocicletas, Acidentes de Trânsito, Sistemas de Saúde, Comércio EletrônicoResumo
Introdução: Os acidentes motociclísticos têm um impacto significativo no sistema de saúde e na sociedade, destacando a necessidade de melhorar os sistemas de informações de mortalidade e morbidade. O uso de capacete reduz significativamente a ocorrência de trauma cranioencefálico e a necessidade de encaminhamento hospitalar. Este estudo visa incentivar e aprofundar a discussão sobre o uso de capacete por motociclistas e seu impacto na incidência e prevalência do trauma facial no Brasil. Metodologia: Para investigar o uso e a comercialização de capacetes no Brasil, foram utilizadas plataformas de e-commerce (Mercado Livre, Amazon Brasil, Magazine Luiza, Americanas e GridMotors) e análises de tendências via Google Trends. Resultados: Observou-se uma clara preferência e maior disponibilidade de capacetes fechados com viseira nas plataformas de e-commerce pesquisadas. Houve também uma diversidade de capacetes vendidos, incluindo abertos e escamoteáveis, mas em menor quantidade. O Google Trends indicou que capacetes fecha dos com viseira são os mais procurados. Conclusão: Capacetes fecha dos com viseira são os mais seguros e mais vendidos no Brasil, destacando a necessidade de políticas públicas para promover seu uso. Capacetes abertos, embora menos comercializados, ainda representam um risco significativo de traumas faciais.
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