Ivy Loops: entre a história e a prática cirúrgica contemporânea
DOI:
https://doi.org/10.70678/rctbmf.v25i2.1330Palavras-chave:
Traumatismos Faciais, Lesões da Face, Procedimentos Cirúrgicos Ortognáticos, Dispositivos Internos de Fixação, Fixadores InternosResumo
Em tempos de avanços tecnológicos - como impressão 3D e realidade aumentada aplicadas à cirurgia craniofacial - surpreende, e ao mesmo tempo conforta, perceber que algumas das soluções mais eficazes ainda são as mais simples. Um exemplo notável são os Ivy Loops, também conhecidos como amarrias interdentárias tipo Ivy, que seguem sendo um recurso ainda usado na fixação intermaxilar (FIM) em fraturas faciais e cirurgias ortognáticas, muitas vezes seguindo o mesmo princípio. No cenário atual, essa técnica não compete com os recursos modernos - ela os complementa. Mais do que uma relíquia do passado, os Ivy Loops oferecem uma verdadeira lição de biomecânica, custo-efetividade e versatilidade. São a expressão do que há de mais essencial na prática cirúrgica: o equilíbrio entre ciência, habilidade manual e respeito à história.
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