Comparação da estabilização transversal da maxila após cirurgia ortognática em pacientes com fissura labiopalatina com e sem enxerto ósseo alveolar secundário
DOI:
https://doi.org/10.70678/rctbmf.v26i1.994Palavras-chave:
Fenda Labial, Fissura Palatina, Cirurgia OrtognáticaResumo
Objetivo: Comparar as medidas transversais da maxila no pré e pós-operatório imediato de cirurgia ortognática em pacientes com e sem enxerto ósseo alveolar (EOA), a fim de avaliar se o grupo com EOA apresenta menor recidiva transversal e maior estabilidade oclusal em relação ao grupo sem EOA. Metodologia: Foram analisados 30 exames de tomografia computadorizada de feixe cônico (TCFC), sendo 15 de pacientes com enxerto ósseo alveolar secundário prévio à cirurgia ortognática e 15 de pacientes sem o procedimento prévio. As medidas transversais da maxila foram registradas nos períodos pré e pós-operatório. Resultados: As variáveis “molar”, “canino” e as diferenças entre os grupos com e sem enxerto não apresentaram significância estatística. Assim, infere-se que a dimensão transversal da maxila não sofre alteração após a osteotomia Le Fort I, independentemente da realização prévia do EOA. Conclusão: Apesar de a literatura indicar maior tendência de recidiva em pacientes com fissura labiopalatina (FLP) sem EOA, neste estudo não foi possível comprovar estatisticamente diferenças entre os grupos em relação à recidiva transversal ou estabilidade oclusal. Novas pesquisas, com amostras maiores, são necessárias para esclarecer a questão.
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