Levantamento epidemiológico das posições de terceiros molares inferiores segundo a Classificação de Pell & Gregory e Winter: estudo prospectivo

Autores

DOI:

https://doi.org/10.70678/rctbmf.v25i2.1095

Palavras-chave:

Dente Serotino, Terceiro Molar, Terceiro Dente Molar, Inquéritos de Saúde Bucal, Inquéritos Epidemiológicos , Levantamento Epidemiológico, Dente Impactado

Resumo

Objetivo: realizar um levantamento epidemiológico das posições de terceiros molares inferiores segundo a classificação de Pell & Gregory e Winter, identificar gênero, faixa etária, relatar posições de maior prevalência e avaliar presença de impactação no dente adjacente. Metodologia: estudo epidemiológico quantitativo e transversal prospectivo de 131 terceiros molares. Resultados: maior prevalência de pacientes entre 22-25 anos (32%), seguido por 17-21 (20,61%), 26-30 (19,85%), 31-40 (16,79%) e >40 anos (10,69%). Acerca do gênero, feminino (56,49%) e masculino (43,51%). Em relação à classificação de Pell & Gregory: Classe II posição A (40,46%), seguida por Classe II posição B (25,19%), classe I posição A (16,03%), classe II posição C (6,11%), classe III posição C (6,11%), classe I posição B (4,58%), classe III posição B (1,53%), classe I posição C (0%) e classe III posição A (0%). Já a classificação de Winter: vertical (48,09%), mesioangular (36,64%), horizontal (13,74%), distoangular (0,76%), vestibuloangular (0,76%), linguoangular (0%) e invertido (0%). Quanto à impactação, esteve presente em 18,32% e ausente 81,68%. Conclusão: O conhecimento sobre idade, gênero, classificação e presença de impactação favorece o diagnóstico, planejamento cirúrgico e comunicação entre profissionais de maneira adequada, aumentando o sucesso na realização dos procedimentos e diminuindo os riscos para o paciente.

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Publicado

2025-09-05

Como Citar

Sakamoto , K. S., & Albuquerque, G. C. de. (2025). Levantamento epidemiológico das posições de terceiros molares inferiores segundo a Classificação de Pell & Gregory e Winter: estudo prospectivo. Revista De Cirurgia E Traumatologia Buco-Maxilo-Facial, 25(2), 26–31. https://doi.org/10.70678/rctbmf.v25i2.1095

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Artigo original