Celulite orbital por rinossinusite maxilar, etmoidal e frontal em paciente adulto: relato de caso
Palabras clave:
Celulite Orbitária, Celulite da Órbita, Rinossinusite, Infecções por Coronavirus, Equipe de Assistência ao Paciente, Equipe MultiprofissionalResumen
A celulite orbital é uma complicação incomum após quadro de rinossinusite. O objetivo do presente trabalho é relatar um caso de um paciente do sexo masculino, adulto-jovem, 22 anos de idade, que compareceu ao serviço de emergência apresentando edema periorbitário direito, proptose, oftalmoplegia, cefaléia, obstrução nasal e febre. O diagnóstico foi realizado por uma equipe multidisciplinar. A tomografia computadorizada pré-operatória apresentou edema difuso em região periorbitária direita, velamento dos seios: maxilar, esfenoidal e frontal ipsilateral. O paciente foi internado para abordagem cirúrgica e antibioticoterapia. A celulite orbitária associada a rinossinusite é uma complicação rara, sendo comum em crianças, que necessita de um diagnóstico e abordagem multidisciplinar e precoce para evitar extensões cranianas.
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Derechos de autor 2026 Revista de Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial

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