Perfil epidemiológico das fraturas faciais eletivas no Hospital Geral de Fortaleza
DOI:
https://doi.org/10.70678/rctbmf.v24i4.1281Palavras-chave:
Traumatismos Faciais, Fraturas Ósseas, Estudos EpidemiológicosResumo
O trauma bucomaxilofacial gera impacto nos custos governamentais e morbidade aos pacientes. O reparo das fraturas deve acontecer o mais breve possível para melhor restauração da funcionalidade e estética e o conhecimento sobre os mecanismos do trauma e a condição geral do paciente são fundamentais para o tratamento eficaz das fraturas faciais. Sendo assim, o objetivo foi investigar o perfil epidemiológico do trauma bucomaxilofacial dos pacientes assistidos no Hospital Geral de Fortaleza e a associação entre o tempo transcorrido entre o trauma e abordagem cirúrgica e correlação entre a idade, gênero, osso acometido e cidade de origem. Foram coletados os dados dos 93 pacientes submetidos a cirurgias de osteossíntese de 2018 a 2022. A maioria teve o tratamento em até um mês. Homens com média de 30 anos foram mais prevalentes. E ainda, pacientes do interior tendem a ter atendimento mais rápido que os da capital. Acidentes motociclísticos foi a principal causa do trauma. O osso mais afetado foi a maxila. O desenvolvimento de estratégias para um atendimento mais ágil, implementação de protocolos para identificação e encaminhamento e a conscientização sobre a importância do tratamento imediato das fraturas faciais visa reduzir o tempo entre o trauma e a cirurgia.
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