Associação de hábitos parafuncionais e DTM em pacientes classe II

Autores/as

  • Fábio Andrey da Costa Araújo Universidade de Pernambuco. Faculdade de Odontologia de Pernambuco. Doutorado em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial. Docente https://orcid.org/0000-0001-5488-9333
  • Fernanda Souto Maior dos Santos Faculdade de Odontologia São Leopoldo Mandic. Doutorado em Clínicas Odontológicas
  • Anna Karolline Cadengue de Siqueira Cirurgiã-dentista
  • João Vitor Gonçalves do Carmo Universidade de Pernambuco. Faculdade de Odontologia de Pernambuco. Curso de Odontologia
  • Matheus Pereira Frazão Universidade de Pernambuco. Faculdade de Odontologia de Pernambuco. Curso de Odontologia
  • Tatiane Fonseca Faro Universidade de Pernambuco. Faculdade de Odontologia de Pernambuco. Mestrado em Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo Facial
  • Eudes Euler de Souza Lucena Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Doutorado em Psicobiologia
  • José Rodrigues Laureano Filho Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP. Faculdade de Odontologia de Piracicaba, FOP. Doutorado em Clínica Odontológica https://orcid.org/0000-0002-9645-2057

Palabras clave:

Deformidades Dentofaciais, Transtornos da Articulação Temporomandibular, Transtornos da ATM, Dor Facial, Má Oclusão Classe II de Angle, Hábito de Roer Unhas

Resumen

Introdução: A Disfunção Temporomandibular (DTM) é a dor orofacial crônica mais comum, encontrada por dentistas e outros profissionais de saúde. Sua etiologia tem caráter multifatorial, e pode envolver, desde fatores hereditários, hábitos parafuncionais, maloclusões, até ansiedade e estresse. Objetivo: Este estudo investigou a frequência da DTM e a sua relação entre hábitos parafuncionais em uma população de pacientes classe II esquelética. Método: Uma amostra composta por pacientes classe II esquelética foi selecionada de forma não probabilística. Setenta e três indivíduos concordaram em participar da pesquisa, se submetendo ao exame físico que consistia na aplicação do Eixo I do (RDC/ TMD). Resultados: Quarenta e seis por cento dos pacientes examinados apresentaram diagnóstico positivo. A média de idade dos pacientes foi de 27 anos+ 8,73 anos, 82% do gênero feminino e 80% brancos. Trinta e quatro pacientes referiram alguma atividade parafuncional. Desses a onicofagia representou o grupo com maior freqüência, seguido pelo bruxismo, interposição de objetos entre os dentes e por último o apertamento. As variáveis não apresentaram associação estatisticamente significante com o desfecho primário estudado. Conclusão: Na amostra estudada não se observou associação entre a ocorrência de DTM e hábitos parafuncionais em pacientes classe II esquelética.

Publicado

2026-06-26

Cómo citar

Araújo, F. A. da C., Santos, F. S. M. dos, Siqueira, A. K. C. de, Carmo, J. V. G. do, Frazão, M. P., Faro, T. F., Lucena, E. E. de S., & Laureano Filho, J. R. (2026). Associação de hábitos parafuncionais e DTM em pacientes classe II. Revista De Cirurgia E Traumatologia Buco-Maxilo-Facial, 21(3), 7–11. Recuperado a partir de https://periodicos.upe.br/index.php/rctbmf/article/view/2069

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