Políticas Linguísticas e Direito Linguístico de/para Comunidades Surdas: Perspectivas e Desafios

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.70678/refami.v10i2.1327

Palabras clave:

Direito linguístico, Educação Bilíngue de Surdos, Política linguística

Resumen

Discussão atual e relevante para a implantação efetiva da modalidade de Educação Bilíngue de Surdos (Brasil, 2021), enquanto política linguística e educacional, como meio de reconhecer a língua dos sujeitos surdos brasileiros, respeitar sua diversidade linguística e cultural e garantir seu desenvolvimento cognitivo e social, pois, para a comunidade surda a língua de sinais além de oportunizar comunicação é símbolo de poder e resistência frente à uma maioria ouvinte que não conhece e/ou utiliza a Libras. O reconhecimento oficial da língua de sinais como um idioma garante os direitos linguísticos dos sujeitos surdos, dificultando que eles tenham acesso limitado ou falta de exposição adequada à língua de sinais no seu ambiente social e possibilitando que possam se expressar, compreender e interagir em língua de sinais em diferentes contextos sociais, tendo seus direitos linguísticos e culturais reconhecidos e respeitados. Uma política linguística e educacional brasileira que reconhece a língua de sinais e as identidades surdas como meios de garantir o desenvolvimento e a participação dos sujeitos surdos na sociedade, pois, a criança surda tem o direito de crescer bilingue tendo o ensino da Língua Portuguesa, de forma escrita, o ensino de Libras e o uso da Libras como língua de instrução, comunicação e interação. Utilizamos o método cartográfico, que nos permitiu a organização e leitura do território das políticas linguísticas voltadas para sujeitos surdos, identificando os conceitos-chave que orientam a pesquisa e situando o tema no debate acadêmico. Em suma, para a aplicação da Lei (Brasil, 2021), além de ações governamentais é importante a conscientização da sociedade sobre os direitos à inclusão e do respeito à diversidade, isso implica investimentos em formação de professores; estruturação de currículos; adaptação de métodos de ensino; produção e distribuição de materiais didáticos em Libras; criação de escolas ou classes bilíngues.

Biografía del autor/a

DANIANE PEREIRA, Universidade Federal do Sul da Bahia - UFSB

Doutoranda em Letras: Linguagens e Representações (UESC); Mestra em Letras (Unimontes); Especialista em Libras no Contexto da Educação Inclusiva (Prisma); Especialista em Educação Especial e Inclusiva (UFABC); Especialista em Atendimento Educacional Especializado na Perspectiva da Educação Inclusiva (IFNMG); Especialista em Supervisão - com Ênfase em Coordenação Pedagógica (Faculdades Santo Agostinho); Especialista em Educação à Distância (Unimontes); Licenciada em Letras Libras (IFNMG); Licenciada em Pedagogia (Funorte), Licenciada em Normal Superior (Unimontes), Licenciada em Letras - Licenciatura em Língua Portuguesa e Respectivas Literaturas (UNOPAR). Professora Assistente II (Libras e Educação Inclusiva) da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), campus Sosígenes Costa (Porto Seguro).

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Publicado

2026-03-24

Cómo citar

PEREIRA, D., & Gomes Almeida , W. (2026). Políticas Linguísticas e Direito Linguístico de/para Comunidades Surdas: Perspectivas e Desafios. Revista Falange Miúda, 10(2), 259–281. https://doi.org/10.70678/refami.v10i2.1327