A ARTE EM MOVIMENTO DOS CONTADORES DE HISTÓRIAS SURDOS

Autores/as

  • Carla Damasceno de Morais IFSC

DOI:

https://doi.org/10.70678/refami.v10i2.1300

Palabras clave:

Língua de Sinais, Literatura, Contadores de Histórias Surdos

Resumen

Este artículo propone reflexionar sobre la producción de videos en Lengua de Señas Brasileña (Libras) por personas sordas, especialmente aquellos orientados a la narración de cuentos de la literatura oral. A partir de la recopilación y análisis de cinco videos producidos por el Instituto Nacional de Educación de Sordos (INES), se busca comprender cómo la narración de historias en Libras se configura como una manifestación artística y cultural potente. Fundamentado en autores como Masutti (2007), Arrojo (1992), Patrini (2005), Benjamin (1994) y Chauí (2005), el estudio destaca la actuación del narrador sordo en el arte en movimiento, en el relato, la memoria y la recreación. Las producciones, concebidas en ambientes de estudio, rompen con estereotipos sonoros, reafirman el valor estético de Libras y revelan capas veladas de la producción literaria en señas. La narración de historias, en este contexto, supera la simple transmisión de tramas y se consolida como práctica de resistencia, autoría y celebración cultural. Además, se entiende la traducción de la literatura oral a Libras como un proceso interpretativo que lleva consigo marcas históricas y subjetivas del traductor. Por último, se destaca que el protagonismo sordo en la escena cultural contemporánea contribuye a la valorización de la lengua de señas, la preservación de tradiciones y la reinvención de formas narrativas visuales, reforzando el papel central de Libras como lenguaje estético, identitario y comunicativo.

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Publicado

2026-03-24

Cómo citar

Damasceno de Morais, C. (2026). A ARTE EM MOVIMENTO DOS CONTADORES DE HISTÓRIAS SURDOS. Revista Falange Miúda, 10(2), 41–61. https://doi.org/10.70678/refami.v10i2.1300