VISOGRAFIA

Autores

  • ÁUREA DE SANTANA BUENO

Palavras-chave:

Escrita de sinais, Libras, Língua imagética

Resumo

A comparação da escrita de sinais (ES) com a escrita da língua oral cria-se o mito de que não é possível ESCREVER a língua de sinais LS. Assim, dialogando com Barreto e Barreto (2012) e Benassi (2017), o presente artigo objetiva desmitificar tal pensamento apresentando o mais novo sistema de grafia das LS – a VisoGrafia – a qual foi idealizada para grafar a LS de forma tão imagética quanto a língua. Espera-se com esse texto produzir reflexões a respeito da importância e necessidade do aprendizado da ES que contribuam para o desenvolvimento do processo de ensinagem da Libras

Referências

ANASTASIOU, L. da G. C.. Metodologia do Ensino Superior: da prática docente a uma possível teoria pedagógica. IBPEX, Curitiba, 1998.

BARRETO, M.; BARRETO, R.. Escrita de Sinais sem mistérios. Belo Horizzonte: Ed. Do autor, 2015.

BARROS, M. E.. ELiS: sistema brasileiro de escrita das línguas de sinais. Porto Alegre: Penso, 2015.

BENASSI, C. A.. O despertar para o outro: entre as escrita de línguas de sinais. Rio de Janeiro: Autografia, 2017.

DUARTE, A. S.. Metáforas Criativas: processo de aprendizagem de ciências e escrita da língua portuguesa como segunda língua pelo estudante visual (surdo). Tese doutorado, REAMEC, 2016.

Downloads

Publicado

22-12-2023

Como Citar

ÁUREA DE SANTANA BUENO. (2023). VISOGRAFIA. Revista Falange Miúda, 3(2), 124–130. Recuperado de https://periodicos.upe.br/index.php/refami/article/view/498