Visografia

Autores/as

  • CLAUDIO ALVES BENASSI

Palabras clave:

Bébian, VisoGrafia, Escrita de sinais

Resumen

A escrita de sinais, apesar do seu longo percurso histórico, na área da língua de sinais, ainda está em “fase de implementação”. De sua invenção no século XIX por Bébian, figura de central importância para a escrita de sinais, aos nossos dias, diversos estudos foram desenvolvidos e muitos sistemas surgiram ao redor do mundo. A presente pesquisa tem por objetivo conceber um sistema de escrita de sinais, viável do ponto de vista da grafia e da leitura, com baixo número de caracteres e de fácil apreensão. O sistema foi desenvolvido em três etapas distintas e atualmente ele conta com 38 visografemas e 55 diacríticos que permitem a grafia de qualquer sinal, independente da língua de sinais a que eles pertençam.

Citas

BAKHTIN, M. M. [1975] Questões de literatura e estética. São Paulo: Hucitec, 2010.

BARRETO, M.; BARRETO, R. Escrita de sinais sem mistérios. Belo Horizonte: Edição do autor, 2012.

BARROS, M. E. ELiS: sistema brasileiro de Escrita das Línguas de Sinais. Porto Alegre: Penso, 2015.

BENASSI, C. A. O despertar para o outro: entre as escritas de língua de sinais. Rio de Janeiro: Autografia, 2017.

CAMPELLO, A. R. e S. Língua Brasileira de Sinais. Indaial: UNIASSELVI, 2011.

FERREIRA, L. Por uma gramática da língua de sinais. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 2010

GNERRE, M. Linguagem, escrita e poder. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2009.

MARTINET, A. A linguística sincrônica. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1971.

SAUSSURE, F. de. [2002] Escritos de linguística geral. São Paulo: Cultrix, 2004.

VIGOTSKY, L. S. [1984] A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 2007.

Publicado

2023-12-22

Cómo citar

CLAUDIO ALVES BENASSI. (2023). Visografia. Revista Falange Miúda, 2(2), 123–133. Recuperado a partir de https://periodicos.upe.br/index.php/refami/article/view/526

Número

Sección

Estudos Linguísticos e Literários

Artículos más leídos del mismo autor/a

1 2 3 > >>