O ENSINO DA LÍNGUA PORTUGUESA PARA O SURDO COMO L2
Palavras-chave:
Inclusão, Libras, PortuguêsResumo
Há anos que a educação no Brasil vem buscando igualdade de direitos nas escolas, sobretudo por meio da inclusão, desde o Decreto nº 7.611/11, a LDBN (Lei de Diretrizes e Base da Educação Nacional), os PCN’s (Parâmetros Curriculares Nacionais), a declaração de Salamanca, a Lei n° 10.436 e o Decreto nº 5.626 que trazem a luta pelo direito à diferença, pela valorização da diversidade, fazendo avançar na sociedade, a luta política pelo reconhecimento contra a discriminação e pela convivência diária de alunos surdos com os outros alunos. Diante disso, é garantido em lei o atendimento ao aluno surdo, objetivando a oferta de ensino a todos e respeitando as diferenças e complexidades do uso da LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais), permitindo ao surdo aprender, superar desafios e ultrapassar barreiras, além de incluí-lo, atendendo as exigências do modelo de acessibilidade, proporcionando a ele um crescimento humano e social de maneira positiva e que resulte na igualdade. Deste modo, a proposta de nosso trabalho tem como metodologia a pesquisa bibliográfica em alguns estudos e pesquisas já realizadas por pesquisadores da área, tais como: Ferreira-Brito (1995), Skliar (1997), Ronice Quadros e Lodenir Karnopp (2004), Strobel (2006) e Audrei Gesser (2009), considerando o ensino de Língua Portuguesa para o surdo, sendo a LIBRAS a L1 e o Português a L2, considerando a rede regular de ensino básico no nosso país. Podemos observar nas bibliografias estudadas que é importante que o aluno surdo aprenda a Língua Portuguesa por meio da LIBRAS, pois é a sua primeira língua, e que o Português, na modalidade escrita, seja a segunda língua, mas infelizmente nem sempre as escolas possuem profissionais
qualificados para esta tarefa. Diante disso, este trabalho busca contribuir para a reflexão acerca de práticas inclusivas do aluno surdo e seu desenvolvimento cognitivo, em consonância com o ensino da Língua Portuguesa, procurando compreender seus efeitos, limites e possibilidades, buscando uma atitude educacional responsável diante deste grupo de alunos, que precisam de apoio e carinho para que o surdo se sinta, de fato, inserido no âmbito escolar.
Referências
Presente no texto.









