Aprendizagem Ativa No Ensino De Eletroquímica

A Prática "Pilha De Sobrevivência"

Autores

DOI:

https://doi.org/10.70678/sala8.v1i10.1627

Palavras-chave:

Ensino de Química, Aprendizagem baseada em problemas, Metodologias Ativas

Resumo

A dificuldade em aprender conteúdos complexos, como a eletroquímica, frequentemente decorre da ausência de estratégias didáticas que conectem teoria e prática. No ensino médio, abordagens tradicionais tendem a conduzir a uma aprendizagem mecânica e descontextualizada. Este estudo analisa a eficácia de metodologias ativas no ensino de eletroquímica, com foco na atividade “Pilha de Sobrevivência”, aplicada em uma turma do curso técnico em Química do Instituto Federal de Alagoas (IFAL). Fundamentado nos princípios da aprendizagem baseada em problemas (ABP), o estudo considera que o protagonismo do estudante e a articulação entre teoria e prática são elementos centrais para a aprendizagem significativa. A pesquisa, de abordagem qualitativa e quantitativa, consistiu na aplicação da referida prática e na avaliação dos resultados por meio de um formulário eletrônico. Os dados revelaram que 89,5% dos estudantes consideraram a atividade útil para conectar a teoria à prática, e 84,2% a classificaram como mais eficaz do que as aulas tradicionais. Conclui-se que a atividade “Pilha de Sobrevivência” constitui uma ferramenta valiosa para promover engajamento, autonomia e o desenvolvimento do pensamento crítico.

Biografia do Autor

João Victor da Silva Amâncio, Instituto Federal de Alagoas - Campus maceió/Graduando em Licenciatura em Química

Graduando em Licenciatura em Química pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Alagoas (IFAL) – Campus Maceió. Atua como bolsista do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID/CAPES), com vigência 2024–2026. Integra o Grupo de Pesquisa em Formação de Professores e Práticas Pedagógicas (FORPROPP).

Emyle Adila Rodrigues dos Santos, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Alagoas (IFAL)

Graduanda em Licenciatura em Química pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Alagoas (IFAL) – Campus Maceió. Atua como bolsista do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID/CAPES), com vigência 2024–2026.

Eduardo Lima dos Santos, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Alagoas (IFAL)

Doutor em Educação e docente do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (EBTT) no Instituto Federal de Alagoas (IFAL). Coordenador do Curso de Licenciatura em Química e do subprojeto PIBID (2024–2026), com foco em Políticas Educacionais e Formação de Professores.

Fred Augusto Ribeiro Nogueira, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Alagoas (IFAL)

Doutor em Físico-Química e docente do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (EBTT) no Instituto Federal de Alagoas (IFAL). Especialista em Eletroquímica, dispositivos eletrocrômicos e sensores forenses. Atua como preceptor do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID/CAPES) (2024–2026).

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Publicado

2026-02-19

Como Citar

da Silva Amâncio, J. V., Santos, E. A. R. dos, Santos, E. L. dos, & Ribeiro Nogueira, F. A. (2026). Aprendizagem Ativa No Ensino De Eletroquímica: A Prática "Pilha De Sobrevivência" . Sala 8 Revista Internacional Em Políticas Currículo Práticas E Gestão Da Educação, 1(10), 417–436. https://doi.org/10.70678/sala8.v1i10.1627