Saberes da terra, sabores da infância
a ciranda infantil como lugar de pertencimento
DOI:
https://doi.org/10.70678/sala8.v1i12.2052Resumo
O presente artigo aborda a criança e a infância do campo nas áreas de reforma agrária como sujeitos do campo. Nosso objetivo geral é analisar a contribuição da Ciranda Infantil realizada pelo Movimento dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais Sem Terra - MST para a formação educacional da criança do campo contextualizando com a infância camponesa. E nossos objetivos específicos são: Caracterizar à criança do campo na formação da identidade camponesa; contextualizar a Ciranda Infantil como direito humano; e conhecer a infância camponesa no território de reforma agrária. Nossa metodologia foi centrada na pesquisa qualitativa, na perspectiva do materialismo histórico-dialético, sendo ancorada na abordagem qualitativa. Portanto, a Ciranda Infantil se constitui como um espaço pedagógico não formal, onde a criança camponesa se desenvolve como sujeito protagonista de sua cultura e construí sua identidade política camponesa. Assim, a ciranda infantil tem uma significativa contribuição para o desenvolvimento das crianças nos espaços políticos educativo do MST e contribuindo para a efetivação da Educação do Campo nos seus aspectos de fortalecimento e organização das bases e organicidade da população camponesa.