Las personas sordas (y no sordas) también enseñan los sentidos de una poética de la relación en el devenir ser/estando
DOI:
https://doi.org/10.70678/refami.v10i2.1697Palabras clave:
Pluralidades, devenir sordo, lenguajesResumen
En este ensayo, analizamos la idea que queremos defender: las pluralidades y las existencias sordas (y con ellas, los lenguajes) se construyen mediante el "devenir/ser" en entornos sociales que permiten relaciones basadas en una perspectiva atávica, en mundos colonizados – como los distintos Brasiles – cuyas pluralidades se entienden como un mal que debe remediarse. En este caso, surge la contradicción de los procesos colonizadores: las invasiones de territorios promovieron diferentes diásporas, y por ende, mezclas, pero que en tiempos contemporáneos abogaban por la pureza de los cuerpos y, por extensión, de los lenguajes.
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