DIREITOS HUMANOS E A HUMANIZAÇÃO DA IA GENERATIVA NA EDUCAÇÃO: HIPÓTESES NO PRESENTE E INCERTEZAS NO FUTURO

Autores

  • Marcia Regina Mocelin FAEC
  • DINAMARA MACHADO UNINTER

DOI:

https://doi.org/10.70678/salaoito.v1i8.1169

Palavras-chave:

direitos humanos; inteligência artificial;

Resumo

O presente estudo Direitos Humanos e a humanização da inteligência artificial generativa na educação: hipóteses no presente e incertezas no futuro, busca refletir a consciência da humanidade acerca do imperativo do avanço tecnológico e a apropriação da conceituação de humanização no atendimento realizado por automação e seus impactos.  O texto apresenta uma revisão de literatura a respeito de Direitos Humanos e Inteligência Artificial Generativa, perpassando por dados de acesso em diferentes cenários, a partir de bases internacionais. Na perspectiva de pesquisa de revisão da literatura, se analisa os discursos de atendimento de uma ferramenta de inteligência artificial de uma instituição de ensino. A partir da convergência da teoria e dados, aventa-se discussão de alguns elementos de acessibilidade e da hipótese de maior segregação entre ricos e pobres a partir da inteligência artificial generativa. Considerando que a internet trouxe consigo o discurso da democratização de acesso ao conhecimento, e que todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direito, concluímos que a inteligência artificial generativa humanizada, apesar de empática no atendimento, tangenciamos que aumenta a distância entre ricos e pobres, por consequência causa temor na mobilidade social a partir da educação.

Biografia do Autor

Marcia Regina Mocelin, FAEC

Avaliadora do MEC; Pós doutora em Direitos Humanos (Salamanca/ Madrid); Doutora em Educação (UTP); Graduada em Artes; Música; Pedagogia; Letras; História; Filosofia 

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Publicado

2025-04-15

Como Citar

Mocelin, M. R., & MACHADO, D. (2025). DIREITOS HUMANOS E A HUMANIZAÇÃO DA IA GENERATIVA NA EDUCAÇÃO: HIPÓTESES NO PRESENTE E INCERTEZAS NO FUTURO. Sala 8 Revista Internacional Em Políticas Currículo Práticas E Gestão Da Educação, 1(8), 115–128. https://doi.org/10.70678/salaoito.v1i8.1169