DIREITOS HUMANOS E A HUMANIZAÇÃO DA IA GENERATIVA NA EDUCAÇÃO: HIPÓTESES NO PRESENTE E INCERTEZAS NO FUTURO
DOI:
https://doi.org/10.70678/salaoito.v1i8.1169Palavras-chave:
direitos humanos; inteligência artificial;Resumo
O presente estudo Direitos Humanos e a humanização da inteligência artificial generativa na educação: hipóteses no presente e incertezas no futuro, busca refletir a consciência da humanidade acerca do imperativo do avanço tecnológico e a apropriação da conceituação de humanização no atendimento realizado por automação e seus impactos. O texto apresenta uma revisão de literatura a respeito de Direitos Humanos e Inteligência Artificial Generativa, perpassando por dados de acesso em diferentes cenários, a partir de bases internacionais. Na perspectiva de pesquisa de revisão da literatura, se analisa os discursos de atendimento de uma ferramenta de inteligência artificial de uma instituição de ensino. A partir da convergência da teoria e dados, aventa-se discussão de alguns elementos de acessibilidade e da hipótese de maior segregação entre ricos e pobres a partir da inteligência artificial generativa. Considerando que a internet trouxe consigo o discurso da democratização de acesso ao conhecimento, e que todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direito, concluímos que a inteligência artificial generativa humanizada, apesar de empática no atendimento, tangenciamos que aumenta a distância entre ricos e pobres, por consequência causa temor na mobilidade social a partir da educação.